Açafrão (Crocus sativus)
1 Produtos
  • AZAFRÁN + GARCINIA + CAFÉ VERDE 600mg - 30 caps - Prisma Natural
    TOP vendas
    9,19 €
    14,89 €
    -38.33%
      5,70 €
    Em stock, envio grátis

Açafrão (Crocus sativus)

Índice de conteúdos

    1. O que é e de onde provém o açafrão
    2. Particularidades dos seu cultivo e processamento
    3. Características que deve cumprir o terreno para o seu cultivo
    4. Como se deve realizar a plantação
    5. Possíveis doenças que afetam ao açafrão
    6. A colheita
    7. A moagem
    8. Características e propriedades do “ouro vermelho”
    9. Composição nutricional
    10. Benefícios para o organismo
    11. Benefícios atribuídos à crocina
    12. Alguma combinação interessante do açafrão
    13. Diversas fórmulas para tomar-lo
    14. Utilização do açafrão na cozinha
    15. Contra-indicações e efeitos secundários
    16. Alguns efeitos secundários que se encontraram
    17. Situações nas que está contraindicado

O que é e de onde provém o açafrão

Também chamado “ouro vermelho” e com o nome científico de Crocus sativus, falamos de uma planta herbácea, monocotiledónea, que pertence à família das Iridáceas. O seu enquadramento principal é no campo das especiarias e corantes alimentares, mas como se verá de seguida, acredita excecionais atributos que lhe proporcionam um protagonismo inusitado no campo terapêutico.

Em quanto às suas características morfológicas, pode-se dizer que a parte epigea de um exemplar de açafrão, isto é, a que aflora por encima da superfície,pode alcançar em média uns quarenta centímetros de altura. As suas flores, as populares “rosas do açafrão”, são volumosas e de cor púrpura ou violeta, providas de cinco pétalas. A parte hipogea da planta, isto é, a que se desenvolve debaixo da terra, é o bulbo tunicado popularmente chamado cebolinho, onde toda a superfície está coberta pelas três túnicas denominadas perifolios. Os bulbos são o órgão de reprodução assexual da propagação da planta.

Como especiaria, a sua singularidade radica em ser a única que se extrai de uma flor. Em concreto, são os três estigmas que compõem o carpelo da flor de Crocus sativus os que contêm as essências desta valiosíssima substância vegetal.

A causa do seu valor consiste na desproporção que há entre quantidade de matéria prima e substância obtida a partir dela em termos de massa ou peso. Esta afirmação traduz-se num par de dados muito reveladores: obter um quilo de açafrão em fresco exige recolher a enorme cifra de umas cem mil flores e, por outro lado, cinco quilos de estigmas frescos é o mínimo para conseguir um quilo de açafrão já disponível como especiaria. Acontece que, paradoxalmente, tendo em conta o valor das suas flores, as folhas e as raízes devem descartar-se de qualquer uso, dada a sua forte toxicidade.

As teorias mais convincentes acerca das suas origens remotas situam o açafrão na região índia de Caxemira. Ao parecer, foram os fenícios quem, dentro dos seus circuitos comerciais pelo Mediterrâneo, puderam introduzir-la na Gália, atual França, para desde aí espalhar-se pelo continente europeu.

Há documentos da História Antiga que revelam detalhes significativos sobre a importância que o açafrão tinha para aquelas civilizações.

Segundo parece, os médicos que velavam pela saúde dos faraós prescreviam-lhes o ouro vermelho para aliviar a dor de estômago e também dentro desse âmbito digestivo, o que é considerado pai da Medicina, Hipócrates, incentivava fazer uso do mesmo para suportar as más digestões e a dor de dentes.

Durante a Idade Média, o repertório terapêutico do açafrão ampliou-se a uma enorme lista de problemas, nuns casos como tratamento e em outros como paliativo, entre as que se pode falar de infeções respiratórias, escarlatina, varíola, asma, insónia, parálise nervosa, doenças cardíacas, gota, hemorragias uterinas e até mesmo transtornos da vista.

Apontaremos também algumas curiosidades históricas relacionadas com personagens célebres como Alexandre Magno, que o juntava entre os seus sais de banho como medicina para curar as feridas de guerra, ou Cleópatra, que também se banhava com açafrão, mas com um propósito distinto: realçar a sua beleza.

Atualmente, os países que se podem indicar como produtores de açafrão, à parte do Irão, que monopoliza quase a totalidade com um 94 % da colheita mundial, são Espanha, França, Índia, Grécia, Macedónia, Marrocos, Itália e, desde há pouco tempo, Afeganistão. No entanto, devemos notar que nem em todos os sítios é um produto tão caro como em Espanha e, em geral, na Europa, pois por exemplo, no Irão tem um preço ao nível de um produto habitual.

Particularidades dos seu cultivo e processamento

Certamente seja uma espécie vegetal cujo cultivo sofreu um retrocesso provocado pela descida da sua demanda como corante alimentar, devido precisamente ao elevado preço que adquire no mercado, em comparação com os produtos artificiais que se utilizam com a mesma finalidade na cozinha. A isto também contribuiu a importação de preparações de menor qualidade, mas altamente competitivas.

Características que deve cumprir o terreno para o seu cultivo

As propriedades do Açafrão

O cultivo do açafrão não tem nenhuma complexidade e suporta uma grande amplitude de temperaturas, numa margem entre os -10 e os 40 ºC. Um aspeto no que é mais exigente é o das características edafológicas, já que ao tratar-se de um bulbo, necessita de um solo que seja ao mesmo tempo esponjoso e profundo, que deixe filtrar a água rapidamente.

Admite tanto um solo argiloso-calcário como limoso, mas sempre dentro de uma banda de pH próxima à neutralidade, isto é, nem ácido nem alcalino. É importante não semear-lo em terras compactas e excessivamente argilosas, pois dará pouco rendimento, e se se deseja cultivar-lo a nível doméstico, seja numa horta ou em vasos, simplesmente faz falta enriquecer uma boa terra.

Como se deve realizar a plantação

É importante saber que os bulbos, que é a parte da planta que se semeia, exigem um acondicionamento prévio antes de começar com o seu cultivo. Consiste simplesmente em limpar-los, deixando-os sem raízes e sem as camadas grossas que formam a periferia da sua envoltura; seguidamente é conveniente que fiquem ao sol durante uns dias, após o qual devem armazenar-se em pequenos montes afastados de qualquer fonte de humidade, entre os 5 e 10 ºC e com palha, até ao momento de semear, que se realiza entre Junho e Julho.

Os bulbos devem enterrar-se a uma profundidade que oscilará entre os 10 e os 15 cm, mantendo entre cada um espaço livre de aproximadamente 10 cm. Os bulbos multiplicam-se a um ritmo que num ciclo trienal permite recuperar cinco por cada um de semeado.

Não necessita rega, pois é um cultivo de secano. Simplesmente em caso de seca pertinaz, bastaria regar em Setembro para satisfazer as necessidades hídricas da planta para a colheita.

Possíveis doenças que afetam ao açafrão

As ameaças que esta planta sofre resumem-se basicamente no ataque de três espécies de fungos:

  • Rhizoctonia crocorum, que lhe causa uma espécie de úlceras escuras acabando por provocar-lhe uma podridão seca.
  • Rhizoctonia morado, que contrariamente à ação da espécie anterior, ocasiona-lhe uma podridão mole que se propaga a uma velocidade vertiginosa e recebe o nome de "morte do açafrão".
  • Fusarium, género do qual várias espécies colonizam o bulbo formando uma banda de tom alaranjado muito característica.

Estas doenças são altamente preocupantes para os agricultores, devido ao seu difícil controle, pois resistem à ação da maioria dos inseticidas. No entanto, não é fácil que façam acto de presença nos dois primeiros ciclos anuais, aparecendo pelo geral a partir do quarto ano. Por isso, um bom sistema para lutar contra estes fungos é transplantar os bulbos saudáveis para outro lugar ao terceiro ano.

A colheita

Realiza-se entre a segunda quinzena de Outubro e a primeira de Novembre. Há dois métodos de colheita em função da quantidade de flores que se devam recolher:

  • Para quantidades modestas, trata-se de praticar uma operação conhecida como “escamonda”. Consiste em deixar a flor, tal qual, na planta, extraindo dela apenas os três estigmas do carpelo (onde, recordemos, se concentra todo o açafrão). Pode fazer-se, por exemplo, com umas pinças de depilar ou com outro instrumento similar.
  • Para grandes quantidades, é preferível recolher as flores quanto antes possível depois de abrir e, uma vez estendidas sobre uma superfície ampla, proceder à extração dos estigmas.

A moagem

Esta operação é um verdadeiro ritual. Toma-se a precaução de colocar jornais para assegurar que as perdas por dispersão sejam praticamente inexistentes.

Os estigmas, esses autênticos depósitos de ouro vermelho, introduzem-se num moinho elétrico onde se coloca, com a finalidade de aumentar a fricção, um cubo de açúcar. Daí sai um pó muito subtil já preparada para ser embalada em frascos selados, onde se conservará durante anos.

Características e propriedades do “ouro vermelho”

Desde a remota antiguidade, o açafrão foi identificado como uma planta dotada de propriedades medicinais. Não em vão, os persas e os egípcios, além de um espetacular afrodisíaco, consideravam-no um remédio super eficaz contra os envenenamentos e as indigestões, além de utilizar-lo como bálsamo para aliviar os sintomas de doenças graves daquelas épocas, como a disenteria ou o sarampo.

Com a evolução do tempo, foi possível aprofundar muito sobre os tesouros, tanto a nível medicinal como nutricional, que guarda esta espécie que, infelizmente, por muitos só é conhecida pelo elevado preço que adquire no mercado.

Composição nutricional

Começaremos a sua descrição aportando um perfil do açafrão em quanto às quantidades que contém dos diferentes princípios imediatos que o organismo requer para o seu funcionamento.

Compõe-se aproximadamente de um 12% de água, 4% de fibra solúvel, 5% de minerais, 6% de lípidos, 10% de hidratos de carbono (4% simples e 6% complexos) e 11% de proteínas. Pode calcular-se um aporte energético de 3 quilocalorias por cada grama de açafrão.

Em quanto aos minerais, é especialmente destacável a sua riqueza em potássio, magnésio e ferro, mas também se deve falar de quantidades apreciáveis de cálcio, fósforo, manganês, cobre, zinco e selénio.

E no que respeita às vitaminas, sobressaem a vitamina A (como tal e em forma de carotenoides, basicamente betacaroteno e alfacaroteno), as B1, B2, B3 y B6 (sobretudo esta última, da que é uma fonte excelente, com 1,01mg por cada 100g) e o ácido ascórbico ou vitamina C (100g contêm 80,8mg).

A sua cor amarelo brilhante é devido a um glucosídeo do grupo dos carotenoides, a crocina, e o seu aroma a outra substância chamada açafroal, um óleo essencial volátil presente nos carpelos da flor. Mas este não é o único óleo, pois a flor do açafrão é muito generosa neste tipo de substâncias, como o geraniol, o cineol ou o linalol, entre outros. Por outro lado, contém vestígios de flavonoides, umas substâncias de grande poder antioxidante muito interessantes para o organismo.

Benefícios do açafrão

Benefícios para o organismo

Atualmente, conta-se com sérios indícios, obtidos como consequência de importantes estudos científicos, de que os carotenoides do açafrão podem conter propriedades anti-cancerígenas e imunomoduladoras, isto é, reguladoras do funcionamento da resposta imune às agressões. Isto parece ser devido ao seu potencial de inibição da síntese de ácidos nucleicos (ADN e ARN) nas células tumorais.

Parece que está verificado que o açafrão contém ingredientes que intervêm decisiva e positivamente sobre o sistema nervoso. Recentes estudos projetados sobre pessoas que se queixavam de depressões leves revelam que o açafrão exerce efeitos benéficos na parte responsável do estado de ânimo (dois princípios ativos, o safranal e a crocina, aumentam serotonina e dopamina, dois neurotransmissores em cujo deficit parece estar a causa da depressão). Além disso, graças às propriedades antioxidantes dos carotenoides, é um alimento potenciador da memória e da capacidade de aprendizagem. Por outro lado, está em marcha uma linha de investigação baseada na hipótese de poder inibir o depósito de certas proteínas identificadas como marcadores da doença de Alzheimer.

Benefícios atribuídos à crocina

A crocina, em particular, é a responsável de interessantíssimos benefícios em varias áreas do organismo.

Tem ação hipolipemiante (diminuição do nível de gorduras no sangue) e hipocolesterolemiante (redução do de colesterol), cuja consequência imediata é prevenir as doenças cardiovasculares.

Favorece o transporte de oxigénio pelo sangue e é um bom regulador da circulação; de facto, o açafrão continua a ser receitado pelos especialistas em homeopatia para os distúrbios circulatórios.

Alivia as dores menstruais e ajuda a corrigir as irregularidades do ciclo menstrual, entre outras a amenorreia (ausência de menstruação). Este efeito é atribuído a um incremento do fluxo sanguíneo a nível do útero, do qual se deriva, complementarmente, uma capacidade abortiva e anti-conceptiva que também é conveniente ter em conta.

  • Diminui a debilidade muscular e a fadiga geral, o que em conjunto se conhece como astenia.
  • Comporta-se como anti-inflamatório e analgésico nos tecidos dentais, assim como anti-espasmódico para acalmar as dores cólicas de vísceras.
  • Como já descobriram os antigos, pode ser um remédio contra a ausência de apetite sexual.

Algumas outras manifestações favoráveis no organismo ao consumir açafrão

  • É um bom broncodilatador, o que lhe da cabida para tratar a asma, em particular.
  • Fortalece o cabelo exercendo uma ação nutritiva sobre a fibra capilar.

Pela sua riqueza em potássio, regula a pressão arterial, pelo que é um alimento indicado especialmente para hipertensos. Além disso, contribui para regular os fluidos corporais e para prevenir doenças degenerativas das articulações.

O seu alto conteúdo em ferro faz com que o açafrão sirva para evitar a anemia ferropriva.

E dos seu conteúdo vitamínico podem extrair-se três aspetos:

  • Graças à vitamina A é interessante para travar a evolução da degeneração macular que pode ocasionar cegueira.
  • A sua abundância de vitamina B6 torna-o muito recomendável em casos de diabetes e para reduzir os sintomas do túnel do carpo, além de ser útil para prevenir doenças cardíacas.
  • Enquanto que o poderio antioxidante da vitamina C pode ajudar a reforçar o sistema imunitário e a combater o hipertiroidismo.

Alguma combinação interessante do açafrão

Muito útil para inibir o apetite, é a mistura de açafrão, café verde e Garcinia cambogia:

  • O extrato de açafrão é, por si só, um excelente inibidor do apetite, o que permite eliminar os depósitos de gordura, principalmente os do abdómen, propriedade que comparte com o café verde. Deve-se a uma reação química que estimula a libertação de serotonina, responsável pela sensação de plenitude e, já que o açafrão é hipocalórico, essa sensação estende-se após as refeições.
  • O extrato de café arábica (Coffea arabica) contribui para a eliminação de líquidos e contém ácido clorogénico, responsável pelo incremento da prodção de umas hormonas, as incretinas, que estimulam a secreção de insulina, ajudando a reduzir a glicemia depois da ingestão de alimentos (chamada glicemia pós-prandrial). Paralelamente, este ácido inibe a gluconeogénese (sínteses de glicose no fígado), ao qual há que somar que atua como fator de remoção dos depósitos de gorduras nas paredes arteriais.
  • Finalmente, o terceiro componente da mistura, Garcinia cambogia, é portador do ácido hidroxicítrico, que impede, no fígado, a conversão dos hidratos em gorduras e corpos cetónicos. A nível emocional também tem repercussão, pois favorece a libertação de serotonina.

Em caso de ter desconfortos menstruais sabe-se da eficácia de ingerir, três vezes diárias, meia grama de uma combinação de tradição iraniana à base de açafrão, um extrato de sementes de aipo e anis, durante os primeiros três dias do período.

Diversas fórmulas para tomar-lo

Em infusão, acalma a tosse e alivia os sintomas do catarro, diluindo entre meia e uma grama por litro de água. O chá preparado com açafrão serve ainda como remédio caseiro para tratar a psoríase e, em situações de stress, pode ser muito relaxante tomar uma chávena de infusão à base de 2 gramas de açafrão por litro de água, acompanhado de uma colherada de mel.

Aplicado em massagem, alivia a dor das gengivas, aplicando-o em pó ou misturado com mel. Em forma de tintura alcoólica serve também como analgésico na época de erupção dos dentes.

Em caldo, na concentração de uma grama por litro, previne a acidez de estômago e as más digestões.

Em pó, como arma para combater as flatulências e provocar a menstruação.

Em forma de cataplasma, pode-se usar em caso de anemia, dores de cabeça, insónias e alterações da pele (eczemas, dematites…).

Para ajudar a combater a depressão e a doença de Alzheimer, a pauta seria tomar 30mg de um extrato de açafrão específico por dia.

Utilização do açafrão na cozinha

Para dar um ótimo aproveitamento, quando se usa em forma de folhas antes de incorporar-lo aos cozinhados é aconselhável triturar bem as mesmas e de seguida colocar-las em água durante uns minutos.

Com este truque consegue-se que trespassam a cor e o sabor ao caldo para que fique assim melhor dividido. Se se utiliza em pó, pode-se incorporar diretamente, prescindindo dessa manobra.

Contra-indicações e efeitos secundários

Se bem que deixámos claro que o açafrão está cheio de virtudes e excelências, não há nada perfeito na natureza e precisamente por isso não podemos passar por alto tanto a possibilidade de manifestar alguns efeitos secundários como certas situações nas que se desaconselha o seu consumo.

Alguns efeitos secundários que se encontraram

Em princípio, se se trata de reações com uma dosagem controlada, podemos falar de quadros caracterizados por um estado de ansiedade, tonturas e náuseas, secura de boca que provoca transtornos no apetite e dor de cabeça.

Quando se produz uma intoxicação por excesso de dos,e já aparecem quadros clínicos muito similares aos da maioria das intoxicações: diarreia, vómitos, fortes dores abdominais e de cabeça é até um pouco se sangue na urina.

Se já falamos de uma hiperdosagem (que significa o consumo de pelo menos 10 gramas), pode produzir-se uma intoxicação mortal, que dá começo com uma fase inicial alucinogénia onde primam os sintomas de comportamento estranho, seguida de taquicardia, vertigens e um avanço progressivo de uma parálise do sistema nervoso central que termina com a morte.

Situações nas que está contraindicado

  • Transtorno bipolar: neste tipo de pacientes, o seu consumo poderia desencadear excitabilidade e uma conduta impulsiva.
  • As pessoas que são alérgicas a espécies dos géneros Lolium (da família das gramíneas), Olea (inclui a oliveira) e Salsola (da família das amarantáceas, plantas que com ventos fortes se desprendem e rodam em forma de bola, podendo percorrer grandes distâncias), também podem ser alérgicas ao açafrão.
  • Como se disse a propósito das suas propriedades e benefícios, tem um efeito abortivo e anticoncetivo, pelo que as mulheres grávidas ou se pretendam estar-lo não o devem tomar.
Subscreve o newsletter e consegue um 15% Desconto na tua primeira compra
x