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L-carnitina: a Energia e Vitalidade para praticar Desporto

L-carnitina: a Energia e Vitalidade para praticar Desporto

A L-Carnitina é um dos suplementos mais populares utilizados durante a fase de definição ou perda d egordura. Neste artigo vamos explicar as principais propriedades da carnitina para ajudar a melhorar a composição corporal.

A L-carnitina ou carnitina está composta por aminoácidos e é um ingrediente da maioria das células do corpo. O seu nome deriva do termo latino “carnus” (o que significa carne) porque se isolou por primeira vez a partir da carne.

A carnitina é o termo genérico de diversos compostos, como L-carnitina L-tartrato, acetil-L-carnitina e propionil L-carnitina. [1]

O que é a L-carnitina?

A carnitina joga um papel essencial para proporcionar energia ao organismo. É a encarregada de transportar os ácidos gordos de cadeia longa da mitocôndria, onde se oxidam(“queimam”) para produzir energia. E também, a carnitina também transporta os compostos tóxicos fora das células. A carnitina pode-se detectar em tecidos como os músculos esqueléticos e cardíacos, que utilizam ácidos gordos como combustível.

A L-carnitina é uma amina sintetizada a partir de dois aminoácidos esenciais, a lisina e a metionina.

A maioria das pessoas produzem suficiente carnitina para satisfazer as necessidades do corpo. Porém, em ocasiões devido a alguma doença ou por motivos genéticos (como é no caso dos bebés prematuros) o organismo não produz suficiente carnitina.

Em resumo, la L-carnitina queima e gordura e favorece o rendimento físico, ajuda a aumentar a energia, melhora a absorção do oxigénio e o metabolismo das proteínas.

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Graças a isto, é vital para o exercício físico, já que favorece o rendimento, reduz o cansaço e contribui a que o corpo se recupere antes, após o esforço físico e mental.

Devido as suas propriedades, o suplemento de L-carnitina é um dos produtos mais utilizados em nutrição desportiva.

Tipos de L-carnitina

A L-carnitina é a forma tradicional da carnitina biologicamente activa. Podemos encontrar no próprio corpo, nos alimentos e na maioria dos suplementos.

Existem outros tipos de carnitina, como os que sinalizamos:

L-carnitina L-tartrato

Devido á sua elevada taixa de absorção, esta é uma das formas mais comuns utilizadas nos suplementos de nutrição desportiva. Ajuda a acalmar doenças relacionadas com o exercício, como dores musculares e favorece a recuperação muscular. [2] [3] [4]

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Acetil-L-carnitina

Esta forma, também conhecida como ALCAR, é o composto mais efetivo para o cérebro. Dado que pode atravessar a barreira hematocefálica pode melhorar a função cerebral e os transtornos neurológicos, como a demência ou Alzheimer.

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Propionil L-carnitina

Esta forma é a mais adequada para o tratamento dos problemas relacionados com a circulação, como a doença vascular periférica ou a hipertensão. A sua eficácia se deve à produção de óxido nítrico, que melhora o fluxo sanguíneo. [5] [6]

D-carnitina

Esta forma inactiva pode causar deficiência de carnitina no humano, já que inibe as formas mais úteis de carnitina. [7]

Para a mairia das pessoas, a acetil-L-carnitina e o tartrato de L-carnitina são as formas mais efetivas para o uso em geral. Porém, sempre deve escolher a forma que melhor se adapte as suas necessidades e objectivos pessoais.

As investigações mais recentes demonstraram os benefícios de diversas formas de carnitina para paliar as doenças relacionadas com o coração e o cérebro. [8] [9]

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Efeitos da L-carnitina

A L-carnitina proporciona benefícios gerais para a saúde porque ajuda à função mitocondrial. As mitocôndrias jogam um papel vital na prevenção das doenças, atrasam o envelhecimento e ajudam a manter a vitalidade e saúde . [10] [11] [12]

Um dos benefícios mais importante da L-carnitina consiste em que se produz energia para as células. [13] [14] [15] A L-carnitina favorece o transporte dos ácidos gordos mitocôndrias dentro das células. As mitocôndrias são similares aos motores que convertem os ácidos gordoss, que chegam a través da L-carnitina, em energia do organismo usa para diversas funções. [16] [17]

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Arredor do 98% das reservas de L-carnitina do corpo que se armazena nos músculos, o músculo cardíaco e o cérebro. Também se detectou pequenas quantidades no fígado e no sangue. [18]

Síntese de l-carnitina

Para a síntese da L-carnitina o corpo precisa determinadas enzimas, os aminoácidos lisina e metiodina junto com o ferro, a niacina, a vitamina B6 e o alfa-cetoglutarato. O ferro, a niacina, a vitamina B6 e o alfa-cetoglutarato. Também é preciso ter vitamina C para que a L-carnitina seja sintetizada correctamente.  [19]

Além da L-carnitina que se gera pelo próprio corpo, também pode-se obter pequenas quantidades a través dos alimentos de origem animal, como a carne ou o peixe, que consumimos de forma habitual. [20]

Os veganos ou as pessoas com determinados problemas genéticos correm o risco de não produzir suficiente quantidade de carnitina, pelo que costumam ingerir a través das fontes externas. [21]

Em resumo, a L-carnitina proporciona energia e força, aumenta o rendimento físico nas pessoas que realizam exercício e ajuda a abaixar de peso. Também favorece o funcionamento ótimo do metabolismo das gorduras, estimula a mente e protege o sistema nervoso.

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Dosagem da L-carnitina

A dose diária de L-carnitina  que se recomenda, com caráter geral, varia entre 500mg e 3.000 mg (1.000 miligramas = 1 gramo). Ainda que a dosagem varia de um estudo a outro, a continuação se apresenta a descrição geral da doses recomendadas para cada tipo de carnitina:

Acetilo-L-carnitina

Este tipo de carnitina é a melhor para o rendimento intelectual e para melhorar a saúde. A dose varia entre 500 mg e 2.00 mg por dia. Deve-se iniciar a ingestão com 500 mg por dia de manhã e ir aumentando progressivamente conforme as necessidades. A acetil-L-carnitina costuma ter um efeito levemente estimulante, pelo que não se deve tomar à tarde nem de noite.

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Este tipo de carnitina é a mais eficaz para favorecer o rendimento físico durante o treino desportivo. As doses variam entre 1.000 mg e 3.000 mg por dia.

Propionil-L-carnitina

Este tipo de carnitina está recomendado para melhorar a circulação sanguínea em pessoas que sofrem pressão arterial alta ou têm problemas de saúde relacionado com a pressão arterial. As doses variam entre 400 mg e 1.000 mg por dia.

Depois de revisar os dados das investigações sobre a L-carnitina os científicos chegaram à conclusão de que uma dose de até 2.000 mg por dia está recomendada quando se toma a longo prazo e a dose mais eficaz na maioria dos tipos de L-carnitina.

L-carnitina não é um nutriente essencial, pelo que as crianças e as pessoas saudáveis não precisam tomar carnitina a través dos laimentos ou suplementos dietéticos, já que o fígado e os rins, mediante os aminoácidos lisina e metiodina produzem suficiente quantidade para cobrir as necessidades diárias do organismo. [22][23]

A carnitina foi estudada em profundidade porque é importante para a produção de energia e é um suplemento dietético bem tolerado e geralmente seguro. [24]

fontes de carnitina

Fontes de L-carnitina a través da alimentação

Os alimentos que contêm mais carnitina são os produtos de origem animal, como a carne, o peixe, as aves de corral e o leite. A carne de res é a que contém maior quantidade de carnitina.[25]

Os produtos lácteos contêm carnitina sobretudo no soro de leite.

A carnitina se apresenta em duas formas, conhecidas como D y L, que são imágens especulares (isómeros). [26]

Conteúdo de carnitina por grama de alimento:

  • Carne de res 170 g – 160 mg
  • De porco 170 g – 50 mg
  • Frango 170 g – 6 mg
  • Leite inteira, 235 ml – 8 mg
  • Bacalhau cozido, 115 g – 4 a 7 mg
  • Peito de frango cozido, 115 g – 3 a 5 mg
  • Gelado, 120 ml – 3 mg
  • Queijo Cheddar, 57g – 2 mg
  • Pão integral, 2 fatias – 0,2 mg
  • Espargo cozido,  arredor de 120 g – 0.1 mg

Outra coisa que devemos considerar, é que somente entre o 54 e o 87% do conteúdo da carnitina contida nos alimentos podem ser utilizados pelo corpo de forma eficaz.

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L-carnitina em suplementos

É muito difícil conseguir somente com as fontes naturais a concentração correta de L-Carnitina que o corpo precisa.

Ao objeto d eevitar a deficiência de L-carnitina no organismo, a solução mais cómoda e prática consiste em tomar um suplemento dietético deste produto cada dia.

A este respeito devemos assinalar que ainda que a L-carnitina procede, como fonte natural da carnitina contida na carne, o processo pelo que se obtém o produto do suplemento dietético se realiza mediante fermentação, pelo que os vegetarianos e veganos podem tomar com plena tranquilidade, já que são aptos para aqueles que não consomem carne, e permite aproveitar os múltiplos benefícios desta substância.

Os suplementos dietéticos dos produtos de L-carnitina estão disponíveis em cápsulas, líquidos e em pós. No formato líquido e em pó têm a comodidade de poder diluir em água ou sumo enquanto as cápsulas permitem transportar melhor o produto.

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Absorção da carnitina pelo metabolismo

Os adultos que consomem dietas mixtas, nas que se inclui a carne vermelha e outros produtos animais, consumem aproximadamente entre 60-180 miligramas de carnitina por dia. [26]

Os veganos aportam menos quantidade de carnitina a través da alimentação (arredor de 10-12 miligramas) porque não consomem alimentos de origem animal. A maioria da carnitina (54-86%) que se encontra nos alimentos se absorve a través do intestino delgado e passa diretamente ao torrente sanguíneo.

Os rins armazenam a carnitina, pelo que as dietas baixas em carnitina tem pouco efeito sobre o conteúdo geral de carnitina do corpo. [27] O excesso de carnitina se excreta na urina a través dos rins, conforme seja necessário, para manter uma concentração estável no sangue.

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Deficiência de L-carnitina

Há duas classes diferentes de carnitina. A deficiência primária, que é uma desordem genética do sistema de transporte da carnitina celular. Se manifesta, geralmente, arredor dos cinco anos com sintomas de cardiomatia, debilidade do músculo esquelético e nível muito baixo de açúcar no sangue.

A deficiência de carnitina secundária se produz devido a certas doenças (como a insuficiência renal crónica) ou determinadas causas (como tomar certos antibióticos) que reduzem a absorção da carnitina ou aumentam a sua excreção de forma anormal. Nestes casos, é muito importante tomar suplementos de carnitina, prévia supervisão médica, para tratar estas deficiências.

A L-carnitina e a função cerebral

Os estudos clínicos realizados demonstraram que a ingestão diária de acetil-L-carnitina contraresta o deterioro da função cerebral associada com o Alzheimer e outras doenças cerebrais. E também, tem efeitos positivos sobre a função cerebralà nível geral em pessoas adultas que não têm Alzheimer nem outras doenças cerebrais. [28] [29] [30]

Em determinados casos, a L-carnitina ajuda a proteger o cérebro do dano celular. Um estudo realizado com alcoólicos demonstrou que o consumo de 2.000mg de acteil-l-carnitina por dia durante 90 dias melhora as suas funções cerebrais em todas as áreas. [31]

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É necessário realizar uma investigação mais amplia para ver os efeitos a longo prazo que o consumo de l-carnitina pode ter sobre as pessoas saudáveis que não padece, nenhuma doença cerebral nem deterioro da função cerebral.

Benefícios daa L-carnitina sobre a fertilidade dos homens

O conteúdo de carnitina no líquido seminal está diretamente relacionado com a contagem, e motibilidade espermática. [32] [33] Isto indica que a L-carnitina é benéfica para o tratamento da infertilidade masculina. vários estudos clínicos demonstraram que a suplementação com carnitina (de 2.00 a 3.000mg por dia durante um período de 3-4 meses) pode melhorar a qualidade do esperma.[34] [35] [36]

Num estudo duplo cego cruzado de forma aleatória no qual se tratou 100 homens inférteis com uma dose diária de 2.000mg de carntiina durante um período de 2 meses, se comprovou que o seu esperma melhoroui tanto em concentração, como na motilidade geral ou motilidade progressiva. [37]

Estes resultados positivos poderiam dever-se tanto ao aumento da oxidação mitocondrial dos ácidos gordos (devido ao subministro de energia), como a redução da morte celular nos testículos). [38][39]

No entanto, para avaliar os potenciais benefícios da carnitina no tratamento da infertilidade masculina, seriam necessários estudos clínicos mais extensos e precisos.

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L-carnitina e desempenho desportivo

Quando se trata dos efeitos da L-carnitina sobre o desempenho desportivo, a opinião dos peritos não é inteiramente unânime. No entanto, vários estudos clínicos demonstraram uma ligeira melhoria nos participantes que tomaram suplementos de L-carnitina em grandes doses durante um longo período de tempo. . [40] [41]

Alguns atletas tomam carnitina para melhorar o seu desempenho físico. No entanto, após vinte anos de pesquisa, não houve nenhuma garantia completa de que os suplementos dietéticos contendo carnitina podem realmente melhorar o desempenho físico em pessoas saudáveis. Foram realizados estudos clínicos com doses diárias de 2.000 a 6.000 mg ingeridos durante períodos de entre um e 28 dias. [42] [43] [44]

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O teor total de carnitina no corpo é de cerca de 20 gramas em homens de 70 quilos, sendo a maior parte concentrada no músculo esquelético. Portanto, os suplementos de carnitina não aumentam a utilização de oxigénio pelo metabolismo durante o exercício, nem os níveis de carnitina nos músculos.

No entanto, um estudo clínico realizado em 10 indivíduos que realizaram esportes de força mostrou que o tartarato de L-carnitina reduziu consideravelmente o tempo de recuperação após 5 séries de 15-20 agachamentos cada. [45] Além disso, a ingestão de L-carnitina tartarato também mostrou reduzir o dano muscular. [46]

A L-carnitina e o coração

Quando o nível de carnitina do músculo cardíaco é demasiado baixo, a ingestão de quantidades adicionais de carnitina neutraliza os efeitos tóxicos dos ácidos gordos livres e melhora o metabolismo dos carbohidratos. [47]

Num estudo clínico a curto prazo, a carnitina foi administrada por via oral e injectada com um efeito antiisquémico. Neste estudo duplo-cego, controlado por placebo, realizado na Itália em 2.330 pacientes que tinham sofrido um infarto agudo do miocárdio, foi administrado um suplemento de L-carnitina (5 dias 9 g/dia por via intravenosa durante 6 meses 4 g/dia por via oral) ou um placebo. [48] ​O resultado foi que o tratamento com L-carnitina reduziu significativamente a taxa de mortalidade 5 dias após a randomização, mas não afetou o risco de insuficiência cardíaca ou morte após 6 meses.

Os autores de uma meta-análise realizada em 2013 combinaram os resultados deste estudo com os de 12 estudos menores [49]  concluíram que o tratamento com L-carnitina em pacientes com infarto agudo do miocárdio, durante um seguimento médio de 2 meses, reduz a mortalidade total em 27%, as arritmias ventriculares em 65% e a angina de peito em 40%, mas não reduz o risco de insuficiência cardíaca ou novo ataque cardíaco.

Alguns estudos têm demonstrado um potencial benefício da carnitina na redução da pressão arterial e no alívio de processos inflamatórios associados à doença cardíaca. [50] [51]

Em outro estudo, os participantes tomaram 2.000 mg de acetil-L-carnitina diariamente. Isto foi mostrado para reduzir sua pressão arterial sistólica, um importante indicador de saúde cardíaca, e o risco de doença cardíaca em quase 10 pontos.

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Insuficiência cardíaca crónica

O estudo também mostrou que a L-carnitina melhorou a situação de pacientes com doença cardíaca grave, como doença coronariana ou insuficiência cardíaca cronica. [52]

Num estudo clínico de 12 meses, verificou-se que os participantes que tomaram suplementos de L-carnitina reduziram a percentagem de insuficiência cardíaca e mortes relacionadas. [53]

Num estudo clínico realizado em 2013, 2.595 pessoas tiveram seus corações avaliados e verificou-se que a L-carnitina foi convertida em N-óxido de trimetilamina (TMAO) pela microbiota intestinal. A MAOA é uma substância associada ao risco de desenvolver doença cardiovascular. [54]

Debido a las diferencias en la composición de las bacterias intestinales, los sujetos del estudio que tomaban una dieta con carne produjeron más TMAO que los veganos o los vegetarianos después de consumir L-carnitina. El estudio también encontró relaciones entre las altas concentraciones de L-carnitina en plasma en ayunas y el riesgo de enfermedad coronaria, enfermedad arterial periférica y enfermedad cardiovascular general, en el caso de los participantes que presentaban altas concentraciones de TMAO.

Estos estudios pueden explicar la relación entre el alto consumo de carnes rojas (una rica fuente de carnitina) con un riesgo mayor de sufrir una enfermedad cardiovascular. Sin embargo, se necesitan realizar  más investigaciones para comprender en profundidad los efectos de la carnitina sobre la salud del sistema cardiovascular.

Funcionamento óptimo do sistema imunitário

A L-carnitina contribui para o bom estado do sistema imunológico, uma vez que pode tornar os patógenos inofensivos. Ao mesmo tempo, estimula a formação de defesas, bloqueando o aparecimento de doenças.

A L-carnitina actua também como antioxidante, impedindo que os radicais livres destruam as células e os tecidos.

Protege especialmente as membranas e as células nervosas, e evita a degradação dos neurónios, pelo que previne o aparecimento de doenças neurológicas degenerativas como o Alzheimer ou o Parkinson.

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A L-carnitina e a doença arterial periférica

Vários estudos têm demonstrado a eficácia dos suplementos dietéticos de carnitina no tratamento da isquemia cardíaca (restrição do fluxo sanguíneo para o coração) e da doença arterial periférica (cujo principal sintoma é a má circulação nas pernas, conhecida como claudicação intermitente). [55]

A claudicação intermitente é devida a um suprimento inadequado de sangue oxigenado nas pernas que leva a um acumulação de acetilcarnitina no músculo. Pacientes com doença arterial periférica que desenvolvem claudicação têm grande dificuldade para se exercitar e caminhar, mesmo em distâncias curtas e em baixa velocidade. Pesquisas mostraram que a carnitina melhora o desempenho do músculo esquelético na perna.

Num estudo clínico, suplementos de L-carnitina (na forma de propionil L-carnitina 2 g/dia por 12 meses) foram dados a pacientes que sofriam de claudicação intermitente moderada a grave e foi provado que sua qualidade de vida melhorou consideravelmente em comparação a pacientes que recebiam somente placebo. [56]

Em estudo semelhante realizado nos Estados Unidos, verificou-se que a administração da mesma dose diária de carnitina durante um período de 6 meses em pacientes com claudicação conseguiu reduzir a dor física e melhorar a saúde geral dos participantes em relação aos do grupo controle. [57]

Os autores de 12 ensaios clínicos randomizados concluíram que a L-carnitina propionil aumenta significativamente a distância máxima que podem recorrer os pacientes com claudicação. [58]

Estes resultados mostram que, quando a L-carnitina é tomada durante um ano, tem um efeito benéfico sobre o sistema cardiovascular em certos pacientes, embora outros estudos coloquem alguns problemas em termos de efeitos sobre o coração e a circulação que poderiam ser produzidos pela exposição prolongada à carnitina.

L-carnitina e o processo de envelhecimento

A diminuição da função mitocondrial contribui para a aceleração do processo de envelhecimento. O conteúdo de carnitina no tecido diminui com a idade, o que reduz a integridade da membrana mitocondrial. 59] Estudos anteriores em ratinhos mostraram que a suplementação com doses elevadas de acetil-L-carnitina e ácido alfa-lipoico (um antioxidante) reduz a descomposição mitocondrial. [60] [61]. Os ratos que foram administrados eram mais móveis e melhoravam seu desempenho nas tarefas de memória.

No entanto, não há estudos semelhantes em humanos. Uma meta-análise de ensaios duplo-cego, controlados por placebo, sugere que os suplementos de acetil-L-carnitina melhoram o funcionamento da memória e reduzem o comprometimento mental em adultos mais velhos com leve comprometimento cognitivo e doença de Alzheimer. [62] Nestes estudos, os indivíduos receberam 1.500 a 3.000 mg de acetil-L-carnitina diariamente durante um período de 3 a 12 meses.

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A L-carnitina e a diabete tipo II

A resistência à insulina desempenha um papel importante no desenvolvimento da diabetes tipo II e está relacionada com uma alteração da oxidação dos ácidos gordos no músculo. Isto levanta a questão de saber se a disfunção mitocondrial é o fator causador da progressão desta doença. O aumento do armazenamento de gordura no tecido tornou-se um marcador de resistência à insulina. [63]

Os resultados de estudos clínicos indicam que a toma de um suplemento intravenoso de L-carnitina melhora a sensibilidade à insulina nos diabéticos, reduzindo o teor de gordura no músculo, e possivelmente também reduz os níveis de açúcar no sangue, devido a um aumento mais rápido da oxidação da gordura contida nas células. [64]

Uma análise recente de dois ensaios clínicos multicêntricos de indivíduos com diabetes tipo I ou tipo II mostrou que o tratamento oral com acetil L-carnitina (3.000 mg/dia) durante um período de um ano proporciona alívio significativo da dor neuropática, bem como melhora nos pacientes com neuropatia diabética. O tratamento foi mais eficaz em pacientes com diabetes tipo II de curta duração. [65]

Além disso, a L-carnitina também demonstrou reduzir os sintomas da diabetes tipo II e os factores de risco associados a esta condição. [66] [67] [68]

Num estudo clínico em doentes com diabetes tipo II descobriu que a L-carnitina melhora a resposta do açúcar no sangue em alimentos ricos em hidratos de carbono. Esta reação de açúcar no sangue é um indicador importante do risco de diabetes e da saúde geral. [69]

Além disso, a L-carnitina também combate a diabetes ao aumentar uma enzima chave chamada AMPK, que melhora a capacidade do organismo de utilizar hidratos de carbono. [70]

L-carnitina, o VIH e o SIDA

O vírus da imunodeficiência humana (HIV) causa uma diminuição do número de linfócitos (um tipo de glóbulo branco), o que causa a síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA). Em pessoas infectadas pelo HIV, a gordura acumula-se em algumas zonas do corpo e degrada-se noutras. Também aumenta a gordura no sangue (hiperlipidemia) e a resistência à insulina, produzindo o que é conhecido como síndrome da lipodistrofia.

Esta síndrome é uma indicação de toxicidade mitocondrial causada pela infecção pelo HIV. Os anti-retrovirais produzem uma deficiência de carnitina, que prejudica o metabolismo da gordura mitocondrial. [71]

Os mecanismos moleculares que produzem esta patologia não são conhecidos até agora. A pesquisa realizada fornece resultados contraditórios [72]. No entanto, sugerem que a suplementação intravenosa e oral com carnitina causa a morte lenta dos linfócitos (em doses diárias de 2.000 a 6.000 mg durante várias semanas ou meses) em indivíduos infectados pelo HIV (e pode retardar a progressão da infecção pelo HIV) [73], o que reduz a neuropatía [74] [75] [76] e favorece os níveis de lípidos sanguíneos. [77] [78] [79]

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A L-carnitina e a insuficiência renal

As pessoas que sofrem de insuficiência renal perdem o equilíbrio do corpo em vários aspectos, tais como redução da síntese, aumento da excreção produzida pelo rim, diminuição da ingestão de alimentos devido à perda de apetite e redução do consumo de alimentos de origem animal. [80]

Muitos pacientes com DRCT, especialmente aqueles submetidos a hemodiálise, sofrem de deficiência de carnitina. O nível de carnitina é baixo, tanto no sangue como nos músculos. Isso leva à anemia, fraqueza muscular, fadiga, alteração dos níveis de lipídios no sangue e desenvolvimento de doenças cardíacas. Numerosos estudos indicam que os suplementos de carnitina, administrados em doses elevadas (muitas vezes injectados) e a longo prazo a doentes em hemodiálise, melhoram alguns ou todos estes sintomas. Estes estudos, no entanto, têm sido realizados em um pequeno número de pacientes e não foram realizados em estudos duplo-cego.

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Uma meta-análise recente destes estudos concluiu que os suplementos de carnitina podem ajudar a tratar a anemia, mas não melhoram os níveis de lípidos no sangue. Além disso, seus efeitos sobre a capacidade de exercício ou estabilização da atividade cardíaca não são claramente demonstrados. [81]

A L-carnitina e outras doenças

Os pacientes com cancro, depois do tratamento com quimioterapia ou radioterapia,após tratamento com quimioterapia ou radioterapia, muitas vezes sofrem de fadiga, má nutrição e falta de carnitina [82]. Num estudo clínico mostrou que o tratamento com suplementos de carnitina (4.000 mg/dia em um período de uma semana) em pacientes submetidos à quimioterapia reduziu a fadiga e conseguiu equilibrar os níveis sanguíneos de carnitina. [83]

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Outro estudo realizado em pacientes com cancro em fase terminal tratados com carnitina (dose de 250 miligramas a 3.000 miligramas/dia) se encontrou uma melhoria no estado de animo e a qualidade de sono, assim como uma redução na fadiga. Em ambos estudos, a maioria dos sujeitos tinham a deficiência de carnitina antes de começar a tomar suplementos de carnitina.

quem deve tomar

Quem precisa tomar L-carnitina?

O nível de L-carnitina que cada pessoa tem depende da quantidade de comida consumida e da quantidade de carnitina produzida pelo seu próprio corpo. Os níveis de L-carnitina são frequentemente mais baixos entre vegetarianos e veganos, pois limitam ou evitam comer produtos de origem animal. [84]

Por isso, os vegetarianos e veganos são recomendados a tomar suplementos de L-carnitina. No entanto, até à data não existem estudos clínicos realizados em veganos e vegetarianos.

Os suplementos de L-carnitina também são recomendados para pessoas idosas, uma vez que estudos clínicos mostraram que o nível de carnitina diminui com a idade. [85] [86]

Um estudo clínico mostrou que tomar 2.000 mg de L-carnitina pode reduzir a fadiga e aumentar a função muscular em pessoas idosas. Outras pesquisas mostraram que a acetil-L-carnitina também ajuda a melhorar o desempenho cerebral e a saúde dos idosos. [87]

Os pacientes com doenças como cirrose ou doença renal também estão em risco de deficiência de carnitina, pelo que os suplementos de carnitina podem ser benéficos nestes casos. [88]

Os efeitos secundários de L-carnitina

A L-carnitina, como a maioria dos suplementos naturais, é bastante seguro e não produz efeitos colaterais graves, desde que seja tomado na dosagem recomendada.

Num estudo clínico realizado sobre a segurança da L-carnitina, os participantes receberam 3.000 mg de carnitina por dia durante 21 dias. No início e no final do estudo, foi realizada uma análise sanguínea completa aos participantes e não se observaram efeitos negativos. [89]

De acordo com um relatório sobre a segurança da L-carnitina, doses de aproximadamente 2.000 mg por dia são seguras para uso a longo prazo. Algumas pessoas podem sentir efeitos colaterais como náuseas ou indigestão, mas em nenhum caso houve problemas sérios. [90]

As pessoas que têm ou têm antecedentes de convulsões epilépticas não devem tomar L-carnitina.

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A L-carnitina e as interacções com os medicamentos

A carnitina interage com antibióticos contendo pivalato, como a pivampicilina, que é usada para prevenir infecções do trato urinário. O tratamento a longo prazo com estes antibióticos pode resultar em deficiência de carnitina. Embora os níveis de carnitina possam diminuir à medida que a oxidação dos ácidos graxos é inibida, o efeito não foi demonstrado para levar à deficiência de carnitina.

A concentração sanguínea de carnitina em crianças tratadas para convulsões com fenobarbital, ácido valpróico, fenitoína ou carbamazepina também pode ser reduzida.  [91] [92]

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Combinação com outros suplementos

A carnitina pode ser ingerida ao mesmo tempo que os outros suplementos, actuando desta forma de maneira sinérgica.

  • Ácido Alfa Lipoico, pelas suas propriedades antioxidantes
  • Colina, incrementa a concentração e descomposição de carnitina nos músculos.
  • Cafeína, incrementa a produção de acilcarnitina

Os suplementos dietéticos de L-carnitina

O tartrato de L-carnitina, a acetil-L-carnitinae a propionil-L-carnitina estão disponíveis em formato de  suplemento dietético. A carnitina contribui a diminuição de peso, proporciona energia durante o exercício e favorece o bem-estar em geral. [22] A Administração de Alimentos de Estados Unidos (FDA) foi aprovado como fármaco para o tratamento da deficiência de carnitina primaria e secundária.

Estudos e referências de L-carnitina:

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A L-Carnitina é um dos suplementos mais populares utilizados durante a fase de definição ou perda d egordura. Neste artigo vamos explicar as principais propriedades da carnitina para ajudar a melhorar a composição corporal. A L-carnitina ou carnitina está composta por e é um ingrediente da maioria das células do corpo. O seu nome deriva do termo latino "carnus" (o que significa carne) porque se isolou por primeira vez a partir da carne. A carnitina é o termo genérico de diversos compostos, como L-carnitina L-tartrato, acetil-L-carnitina e propionil L-carnitina. [1] O que é a L-carnitina? A carnitina joga um papel…
Apreciação L-Carnitina

Fonte de energia - 100%

Eficácia - 100%

Para perder peso - 100%

Com outros suplementos - 100%

100%

HSN Evaluação: 5 /5
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