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Vitamina A – Propriedades e Benefícios, Como Tomar…

O que é a Vitamina A?

Dentro de um quadro geral, as vitaminas pertencem a um campo de micronutrientes, um variegado conjunto de substâncias que o organismo humano demanda em quantidades enormemente baixas sem cujo metabolismo celular vê-se privado de elementos essenciais para levar a cabo reações químicas que sustentem todas as funções orgânicas.

Todas as vitaminas têm dois pontos em comum: a dependência do organismo de receber o seu aporte externamente ao carecer de vias metabólicas para sintetizar e desenvolver uma função, integrada nas enzimas, de catalíticos (sinónimo de impulso e aceleração conjuntamente), dessas reações bioquímicas citadas.

De forma simultânea, segregam em dois grandes blocos, classificando baixo o critério da sua maior solubilidade em água ou gorduras; de sorte que são hidrossolúveis no primeiro caso (como todas as Vitaminas do complexo B e a Vitamina c ) e lipossolúveis no segundo, pertencendo a este a vitamina A.

Os primeiros indícios de sua existência e evolução posterior

A vitamina A também é conhecida como retinol, nome que se deve a sua origem ao conhecimento que teve no seu descobrimento da sua capacidade para gerar pigmentos necessários para o funcionamento da retina, e, em consequência da visão.

No descobrimento da vitamina A teve lugar a base de experimentos com animais levados a cabo um pouco as cegas. Dito descobrimento aconteceu na segunda década do passado século, quando a equipa britânica de investigadores, capitaneado por Gowland Hopkins, encontrou que certas espécies animais travavam o seu desenvolvimento se a única fonte gorda presente na sua dieta era manteiga de porco, em quanto esta era substituída por manteiga de leite de vaca, sem interferir nos outros elementos da dieta, os animais se desenvolvem a um ritmo previsível.

Esta descoberta provocou um primeiro batizado desta substância como ”fator de leite’’. Ulteriores trabalhos com animais ampliaram a informação sobre as fontes de alimentos que manifestavam virtudes similares, com a gema de ovo e o óleo de fígado de bacalhau, chegando a um convencimento de que compartiam um nutriente o qual se chamou vitamina A.

A efeito ilustrativos e seguindo um critério cronológico, vejamos a sequência das descobertas:

  • Mc Collum e Davis, em 1913 da equipa de Hopkins, argumentaram que o crescimento normal de animais de laboratório exigia a complementação da sua dieta com um determinado lipido, que poderia ser obtido da manteiga ou da gema de ovo.
  • Em 1919, as possíveis origens dessa vitamina foram ampliadas, que poderiam ser contidas, além de materiais tipicamente gordurosos, em plantas de tom laranja.
  • Em 1930, Moore observou uma importante relação química entre o caroteno e a vitamina A, demonstrando que, uma vez ingerida, dentro do corpo, o metabolismo se transformava em vitamina A. Essa descoberta foi um avanço extraordinário nas chances de evitar o défice desta vitamina na saúde humana.
No entanto, é interessante notar que já nos dias da civilização egípcia era conhecido o poder terapêutico de certos alimentos como o fígado para a prevenção de algumas doenças, pois, na verdade eles tratavam da cegueira noturna com uma dieta enriquecida com essas vísceras.

Quais são as suas características estruturais, físicas e químicas?

Para fins de estrutura química, existem duas variantes de vitamina A: vitamina A pré-formada, que é encontrada na carne e no leite de mamíferos, aves e peixes azuis, e pro vitamina A, associada a frutas, vegetais e vegetais; dentro desse grupo, os carotenóides brilham, sendo o betacaroteno o mais numeroso.

Conoce qué es la Vitamina A

Diz-se que a estrutura do retinol é terpeno, ou seja, com um hidrocarboneto, constituído por cinco átomos de carbono, mais hidrogénio e oxigénio com um anel betaionona com um ramo lateral e cinco ligações duplas orientadas na configuração trans. Este último tem enorme importância nas propriedades físicas e químicas das substâncias; explicam que as cis-trans, isomerismo geométrico também chamado isomeria, é o tipo de organização espacial característica de certos hidrocarbonetos, em particular, alcenos (cadeias simples de carbono e hidrogénio, com algumas ligações duplas) e os cicloalcanos (anéis de carbono e de hidrogénio, sem links duplos). No presente caso, os substituintes estão no lado oposto da ligação dupla ou em lados opostos no interior do cicloalcano.

Esta estrutura molecular mostra que tanto a vitamina A como carotenóides são compostos não polares e, como resultado a sua solubilidade em gordura ideal. Devido a isso, a vitamina A pode ser armazenada no corpo em células de gordura, cujos citoplasmas são cheios de gordura, pronto para ser lançado quando o corpo para cobrir as necessidades demande.

Esta capacidade de depósito justifica a falta de necessidade de ser consumida diariamente, bastando uma ingestão periódica para assegurar o stock necessário. Neste aspeto, deve-se dizer que a maior parte da vitamina A se armazena no fígado, indo parar alguns restos dos pulmões, rins e o tecido adiposo de reserva.

O retinol é oferecido dentro da composição química de baixa alimentação de duas formas: na forma de álcool livre e éteres de ácidos gordos, ácido palmítico, além das moléculas precursoras, carotenóides. É interessante notar alguns dados sobre o comportamento destas substâncias, uma vez introduzidos no corpo, mais de três quartos de ésteres de retinol são absorvidos e entrar na corrente sanguínea, enquanto só faz cerca de metade do betacaroteno (no entanto, a quantidade de gorduras envolvidas na composição da dieta condiciona grandemente essa absorção). E no processo de digestão, enzimas específicas denominadas lipases hidrolisada, os ésteres e retinol molécula é livre para ser absorvida e como álcool e incorporados em vias metabólicas.Embora o nome específico da vitamina A corresponde exclusivamente para o retinol, os efeitos biológicos são um número de substâncias quimicamente derivados da retina como, retinol, 13-cis e dehidrorretinol, ao qual são atribuídos a um maior ou menor grau a capacidade de realizar as funções próprias como uma coenzima que desenvolve retinol. Dos supracitados, os dois primeiros possuem um poder vitamínico equivalente a 90 e 75%, respectivamente, do retinol, reduzindo para apenas 40% no caso do desidrorretinol.

Ingredientes con vitamina A

Muito mais importantes que estes são os carotenóides e, especialmente, o beta-caroteno. Embora o seu valor vitamínico possa ser estimado num sexto do alocado para o retinol, a sua presença é tão dispersa nas plantas, em algumas delas abundantemente, que é classificada como uma fonte alimentar fundamental de vitamina A. Não em vão, há países, como os Estados Unidos, em cuja dieta os vegetais são escassos, para cuja população um terço das contribuições da vitamina A são canalizadas através dos carotenóides.

Mas deve-se notar que dos 600 carotenóides identificados, não chegam nem um décimo daqueles que demonstram o efeito biológico da vitamina A no organismo. Além de beta-caroteno, alfa-caroteno e beta-clotoxantina também são importantes. Mas entre os mais comuns, por exemplo, licopeno (abundante em tomates), zeaxantina e luteína, há aqueles que não têm esse efeito.

O retinol é uma substância que se caracteriza pela sua alta bio-disponibilidade, mesmo contida em alimentos complexos, em qualquer das suas formas, álcool e éter. Devido à sua lipossolubilidade marcada, é geralmente dissolvido em gordura, embora às vezes seja ligado a proteínas intracelulares ou àquelas que realizam o transporte de substâncias pelo sangue.

Em contraste, os carotenoides, que podem ser encontrados como constituintes de alguns óleos vegetais e até mesmo alguns alimentos de origem animal (ver gema de ovo ou leite), são dissolvidos principalmente dentro de compartimentos de células vegetais especializados no armazenamento de pigmentos. Chamados cromoplastos, onde estão fortemente ligados a proteínas específicas. Essa união, por um lado, os preserva dos fenómenos de oxidação, o que sem dúvida é uma vantagem, mas, por outro lado, reduz a sua bio disponibilidade, sendo necessário para o seu uso orgânico que as proteínas de sustentação sejam desnaturadas através do calor, o que é um inconveniente.

Esta circunstância explica que uma cenoura cozida excede em muito uma crua em termos de sua adequação como fonte de vitamina A.

Algo para o qual as moléculas de carotenóides são bastante instáveis é a ação da luz solar, uma vez que uma quantidade considerável delas é inútil quando as folhas verdes e os alimentos que os contêm são secos ao sol. Esta é a razão pela qual a deficiência de vitamina A é comum em regiões áridas, onde é costume secar folhas e vegetais comestíveis ao sol para a sua melhor preservação e preservá-los da podridão.
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A estrutura molecular das substâncias dotadas de atividade da vitamina A tem um alto grau de in-saturação, o que as torna muito suscetíveis à oxidação (que se manifesta como rancidez) durante os estágios de transformação e armazenamento dos alimentos.

Essa oxidação pode ocorrer de forma combinada com aquela sofrida pelos ácidos gordos insaturados (componentes das moléculas de gordura) ou mesmo induzida pelos raios ultravioletas do espectro solar.

Outra possível degradação do retinol (que se encontra na forma trans) é transformada, se for aquecida  num ambiente sem oxigénio, em 13-cis retinol, cujo poder vitamínico não chega a 75% do anterior. Os isómeros 11-cis e 9-cis podem também ser utilizados, com um efeito vitamínico equivalente de cerca de 25%.

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No caso do leite, o tratamento térmico da pasteurização faz com que uma pequena parte do retinol, entre 3 e 7%, seja isomerizada. Esse percentual sobe para 16 no caso do tratamento UHT, que é aquele que é submetido ao leite embalado em pacotes de cartão, podendo chegar a 35 quando é esterilizado em frasco de vidro e também em alguns tipos de queijos.

Se nos voltarmos para o processamento, submetendo alimentos vegetais em alta temperatura, o que acontece com ênfase no enlatamento, notamos que também há sérias deficiências no valor vitamínico do betacaroteno devido a esse mesmo fenómeno de isomerização.

Embora, como descrito acima, um efeito compensatório dessas perdas seja produzido por um aumento na bio-disponibilidade em relação à dos alimentos não processados.

Os carotenóides são antioxidantes muito eficazes que enfrentam a ação agressiva do chamado oxigénio singlete, que é formado pela ativação da luz do oxigénio molecular da atmosfera.

O que acontece é que eles são destruídos simultaneamente no mesmo processo, resultando no fracionamento da espinha dorsal da sua molécula, na cadeia de hidrocarbonetos e na formação de compostos carbonílicos e epóxidos.

Deficiência ou Falta de vitamina A, causas e consequências

Podemos voltar a civilizações tão antigas quanto o Egito ou a Grécia clássica para encontrar referências, em escritos que foram legados por seus médicos, aos efeitos clínicos da deficiência dessa vitamina e do tratamento baseado no fígado, para que possamos falar sobre uma anomalia da nutrição cujo conhecimento tem as suas raízes na antiguidade remota, também citada no Antigo Testamento da Bíblia.

Deficiência de vitamina A

Todas essas alusões, indiretamente, é claro, quando a existência dessa substância era desconhecida, apelavam à cegueira noturna e à xeroftalmia como consequências repetidas de uma dieta com baixo teor de gordura.

Há países em que a manifestação clínica dessa deficiência em crianças ultrapassa 3%, atingindo o subclínico, ou seja, sem sintomas, a 30%. O primeiro se traduz num fato extremamente revelador: a cada ano, em todo o mundo, mais de 100 mil crianças perdem a visão por causa dessa causa, enquanto o segundo é difícil de quantificar, mas sabe-se que a queda na eficácia do sistema imunológico que gera desencadeia a casuística de infeções, especialmente diarreia e pneumonia.

A falta de vitamina A, que felizmente resulta num défice nutricional muito raro hoje em dia nas sociedades avançadas, pode se tornar um verdadeiro estilete dentro do organismo, já que tem associado várias patologias entre as quais, por sua importância, destacamos:

  • Desordens oculares: podem assumir a forma do que é conhecido como a cegueira crepuscular, ou seja, uma diminuição na acuidade visual ao pôr do sol; fotofobia ou hipersensibilidade à luz do sol, secando globo ocular escassa lacrimação, xeroftalmia ou opacidade da córnea associada frequentemente com formação de úlcera (que, muitas vezes, é uma antecâmara de cegueira).
  • Perca de intensidade na resposta imune de agentes externos, tornando o doente vulnerável a infeções bacterianas, parasitárias e virais. Isso ocorre porque uma das principais tarefas desta vitamina, manter a integridade da mucosa intacta e implantar uma ação local representando principal barreira excecional para esses agentes. E não termina aqui o papel da vitamina D na aspecto imune, devido à sua falta são células especializadas não independentes da estrutura defensiva do organismo; Esta circunstância provoca um aumento das células pré-cancerosas em alguns epitelios, particularmente aqueles da boca, da garganta e pulmões.
  • Alterações nos ossos: inibe o crescimento destas estruturas das cabeças terminais de cartilagem, podem causar defeitos na anatomia do esqueleto (tal como cifose, lordose, etc.) e é um fator de predisposição para o estado de artrite e osteo-artrite quando a regeneração óssea nas articulações diminui.
  • Doenças de pele: Uma das consequências imediatas da deficiência de vitamina A é geralmente o hiperqueratinização, um fenómeno pelo qual a pele adota uma textura áspera, seca e escamosa (a ser conhecido como pele de sapo), cabelos e unhas tornam-se frágeis e inconsistente.
  • Outros sintomas mais específicos, tais como sensação de fadiga geral, perda de apetite com perda de peso subsequente, diminuiu auditivo, gustativa e sensibilidade olfactiva e distúrbios da função reprodutiva mesmo.
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E para concluir esta sessão dedicada às deficiências, um fato curioso:

A sua falta aumenta os sintomas do sarampo, de fato, quando a criança é deficiente em vitamina A, contrair sarampo pode colocá-lo num sério pântano, à medida que alguns sintomas, como febre e diarreia, se tornam agudos.

Alimentos ricos em vitamina A

Quais são as principais fontes alimentares de vitamina A?

Como previamente antecipado, dentro da natureza orgânica esta vitamina está presente em alimentos de origem animal numa fase pré-formada, enquanto em muitos organismos do reino vegetal aparece como pró-vitamina A, um nome genérico que se refere aos chamados carotenos ou carotenóides, entre os quais se destaca especialmente o betacaroteno.

Alimentos ricos em Vitamina A

Não existe dúvida que a melhor forma de chegar a cobrir os requerimentos diários de vitamina A (e de todas as vitaminas em geral) é introduzir na dieta toda a gama de frutas, verduras, legumes, grãos integrais e produtos de origem animal (especialmente os peixes gordos, ovos e lácteos). A vitamina A encontra-se na sua composição natural em muitos alimentos e em certos alimentos enriquecidos sinteticamente com a mesma, como alguns tipos de leite e de cereais integrais:

  • Fígado, talvez a fonte mais rica dessa substância, embora o seu consumo deva ser limitado por seu alto teor de colesterol. Por exemplo, com uma ração de cem gramas de fígado de porco ou de vitela teríamos mais que satisfeitos os 600-800 microgramas diários que o organismo exige dessa vitamina. O fígado de galinha é deixado de fora da lista, já que o seu conteúdo de vitamina A é mínimo. Por nos fazer uma ideia do seu conteúdo:
  • Fígado de porco: contém 36 miligramas por 100 gramas.
  • Fígado bovino: contém um pouco menos, umas 20 miligramas.
  • Pâtés e foie gras: o seu conteúdo difere dependendo do que e como eles são feitos, mas se move em torno de 5-8 miligramas por 100 gramas.
  • Óleo de fígado de bacalhau.
  • Certos peixes azuis, entre os quais se destaca o salmão.
  • Legumes e verduras, laranjas e vegetais de folhas amarelas (característica em que combina vitamina K), como brócolos, repolho verde, couve de Bruxelas, cenoura, batata-doce, espinafre, alface, abóbora e a aboborinha.
  • Algumas frutas, como melão, mamão, damasco, cereja e manga.
  • Laticínios, naturais e enriquecidos, que são as principais fontes de vitamina A em alguns países do mundo desenvolvido, como os Estados Unidos.
  • Grão integral enriquecido.

Se queres conhecer todos os alimentos ricos em vitaminas e minerais, Alimentos Ricos em Vitaminas e Minerais.

Pâté de fígado de qualquer espécie animal (exceto frango)

O fígado é uma víscera cheia de vitaminas e minerais. Para se ter uma ideia, a Turquia fornece 75 333 Unidades Internacionais (UI) de vitamina A por 100 gramas (a maior quantidade conhecida de vitamina A num alimento). Assim, uma única colherada contribui com 430 UI de vitamina A (9% DV, fórmula de medição conhecida como “valor diário” com base nas recomendações para uma dieta de 2000 kcal); Para nos fazer a ideia, servir como um contraste que a mesma quantidade de óleo de fígado de bacalhau corresponderia com 500 UI (10% DV).

Paprika, pimenta vermelha ou pimenta-de- caiena

Uma porção de 100 gramas dessa especiaria contém 52.735 UI (1,055% VD) de vitamina A.

Outras preparações à base de pimenta vermelha como matéria-prima têm quantidades semelhantes: o pó de pimenta -de-caiena fornece 41.610 UI por 100 gramas.

Alimentos ricos vitamina A

Batata-doce

É um alimento revestido com uma atraente cor laranja em que o conteúdo de vitamina A é de 19 a 200 UI por 100 gramas.

Cenoura

Contém uma miligrama por 100 gramas, que também pode ser expresso em 16 700 UI por cem gramas de raiz em bruto.

É provavelmente o alimento que está mais ligado socialmente a essa vitamina, cuja contribuição vem basicamente na forma de beta-caroteno.

Grelo

Os grelos são os brotes verdes ternos do nabo (Brassica napus) que são colhidos uns dias antes da sua floração e aportam um miligrama por cada 100 gramas de parte comestível.

Alface

Aqui deve-se diferenciar conforme o ipo de alface, já que influenciam bastante a coloração na riqueza da Vitamina A.

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As de tons escuros são generosas neste apeto, gerando os 7000 UI em 100 gramas, correspondendo ao tipo de alface iceberg ou alface americano, o conteúdo mais pobre com semente 5 UI (10% VD).

Batata-doce

Com 650 microgramas de vitamina A em 100 gramas, é um alimento muito recomendável para os desportistas e quem demanda altas quantidades de energia por seu conteúdo em hidratos de carbono.

Tomate

Ainda que não é tão rico em vitamina A como frequentemente acredita-se, pois , falamos de 350 microgramas por cada 100 gramas, mas ao ser tão acessível nas nossas latitudes e a formar parte da dieta habitual com frequência, apresenta uma das principais fontes alimentares desta vitamina.

Melão

Uma rodela de tamanho médio de um melão das estirpes amarelas e laranjas supões dois mil UI desta vitamina (47% VD).

Verdura de folha verde

No seu conjunto, as verduras de folha verde resultam um ingrediente dos mais favorecedores por suas virtudes nutricionais dentro da dieta mediterrânea, tanto em saladas como ao vapor (de preferência fervida em água). Entre elas, no topo do ranking está a couve ou a couve verde, com 15.400 UI (308% VD) por 100 gramas, seguida das folhas mostarda (210% VD) , espinafre (188%) e a acelga (133% VD).

Abóbora de peregrino

É uma hortaliça de cor alaranjada e com um sabor doce parecidos ao das nozes. que é muito característico, 100 gramas da qual aporta 11 150 UI (223% CD) de viatmina A.

Ervas dissecadas

Vamos comentar em primeiro lugar a salsa, que proporciona a maior quantidade de Vitamina A de todas com 204% VD numa porção de 100 gramas, depois vem o Manjericão (188% VD), a manjerona (161 % VD), o endro (154% VD) e o óregão (138% VD), todas elas cada vez mais utilizadas em receitas de toda índole.

Derivados lácteos

  • Manteiga: cem gramas aportam 800 microgramas, o que reforça o argumento de que se trata de um alimento bastante menos nocivo do que acreditamos.
  • Nata: um pouquinho menos, uns 700 microgramos por cada 100 gramas, e sobre a que pode-se fazer a mesma afirmação válida para a manteiga.
  • Queijos curados: o seu conteúdo oscila um pouco em função da sua riqueza em matéria gorda, mas como término médio temos que falar de uns 350 microgramas por 100 gramas.

Peixes e mariscos

Alguns peixes também são uma fonte importante de vitamina A, dando-se uma certa associação entre o formato corporal e a concentração vitamínica a favor daqueles de perfil alongado como podem ser o congro, a águia e o salmão (com meio miligrama e treze miligramas por cada 100 respetivamente), de modo que consumir uma porção deles permite cobrir a demanda diária.

Por sua parte, ameijoas, chirlas e berbigão vinculam também as quantidades apreciáveis mas inferiores às dos peixes, em torno a um micrograma por gramo.

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Propriedades biológicas e funções orgânicas importantes destas vitaminas

À vitamina A tem adjudicada numerosas funções no organismo, e dentro delas talvez a mais conhecida popularmente seja a relacionada com o funcionamento dos órgãos da visão.

Mas como podemos comprovar a continuação, nem muito menos esgotam-se aqui as enormes virtudes desta substância tão indispensável para o ser humano.

O funcionamento da vista

Vamos fazer um repasso da via fisiológica seguida por esta substância uma vez entra no organismo e dirige-se a um dos órgãos diana, o globo ocular.

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O retinol é transportado para a retina, o tecido sensível do olho que ocupa uma posição na parte posterior da retina. Não é submetido a oxidação e torna-se o composto da retina e é canalizado para as células fotorreceptoras da retina, bastões, dentro do qual se liga a opsina, uma proteína funcional, com o que constitui o pigmento chamado rodopsina, uma complexa molécula cuja presença nas hastes permite detetar quantidades mínimas de luz, característica que as torna imprescindíveis para a eficácia da visão noturna.

A luz absorvida de fotões é capaz de iniciar uma reação química do retinal, desencadeando uma cascata de reações, cujo resultado é um sinal elétrico que é lançada para o nervo ótico, um dos doze pares de nervos cranianos, cuja missão é a de que o sinal tem disposição do centro regulador da visão do cérebro para a sua interpretação como imagem por parte do cérebro. A partir dessa sequência de eventos, pode-se concluir que uma deficiência de retinol na retina causa um sério impedimento para enxergar no escuro.

A retina também pode ser oxidada em ácido retinóico, e isso termina a ligação com certos recetores de libertação ou a inibição da expressão do gene. Portanto, sob a forma química de ácido retinóico desempenha um papel importante na regulação da expressão de caracteres genéticos, pelo que a especialização celular é conseguida para realizar tarefas fisiológicas bem definidas.

Os  que não podemos resolver a terra dedicada à vista, sem uma alusão à capacidade da vitamina D para abrandar um processo degenerativo se exceder determinado limite torna-se um fardo sério para a degeneração macular relacionada à visão com a idade. Ocorre com perda da visão frontal e é considerada uma das principais causas de cegueira nos idosos. Para evitar este processo de forma rápida é recomendado em pessoas que são detetados vestígios do início da degeneração, o hábito de beber um suplemento contendo vitamina A, antioxidantes, zinco e cobre.

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O sistema imunológico

O bom funcionamento do sistema imunológico depende, em grande medida, da quantidade de vitamina A disponível no organismo. Tanto o retinol como os produtos resultantes do seu metabolismo são críticos na manutenção da integridade e Suplementos e Vitaminas para a saúde da Pele e as membranas mucosas que cobrem uma área enorme do corpo (trato respiratório, trato digestivo, ductos urinários …). Esta tapeçaria onipresente se comporta como uma primeira linha defensiva contra agentes externos que causam infecções, e por sua eficácia a presença desta substância em quantidades adequadas é decisiva.

Não termina aí o papel da vitamina A na integridade das defesas orgânicas e na prevenção de doenças.

O desenvolvimento e diferenciação por cepas de leucócitos é outro processo fisiológico por ela coberto, uma vez que a população de linfócitos, uma das mais importantes cepas do mecanismo de resposta imune, necessita dela para a sua formação em quantidade e qualidade corretas.

Desenvolvimento embrionário e fetal

Nutrição e Complementação antes, durante e depois da Gravidez , grande parte do desenvolvimento dos órgãos do feto é dependente da transferência de vitamina A da mãe para o feto através da placenta, causando deficiências congénitas no bebé em caso de não ter a contribuição necessária, o que, em Situações graves podem levar à morte prematura. Por isso, participa decisivamente na formação de extremidades, coração, olhos e ouvidos, e outros órgãos mais ao fundo, como o tecido nervoso, a matriz óssea e o sistema imunológico.

Gravidez e vitamina A

Uma intervenção mais sutil da vitamina A pode ainda ser adicionada, uma vez que o ácido retinóico está ligado aos mecanismos de expressão do gene que controla a síntese de somatotropina ou hormona do crescimento.

Consequentemente, parece lógico que exista uma relação de causa e efeito entre a deficiência de vitamina A na mãe e no bebé e um atraso no crescimento.

A formação de glóbulos vermelhos

A vitamina A é essencial para o desenvolvimento adequado da medula óssea das células-tronco precursoras dos glóbulos vermelhos, chamadas hemocitoblastos. Além disso, a sua presença é importante na libertação de ferro dos locais de depósito para a medula óssea vermelha, onde os eritrócitos estão na fase incipiente (um glóbulo vermelho leva cerca de dois dias para se formar), sendo capturado por um componente essencial, o grupo heme, da molécula de hemoglobina, que é a proteína especializada e insubstituível no transporte de oxigénio para os tecidos.

Pode ser interessante notar as interrelações metabólicas que esta vitamina mantém com dois dos principais minerais, ferro e zinco.

Por um lado, sabe-se que uma deficiência de zinco provoca um prejuízo no transporte de retinol, a libertação deste no fígado e a sua transformação oxidativa em retina. Por outro lado, sabe-se também que a complementação de vitamina A é eficaz no combate à deficiência de ferro, causando anemia ferro priva, melhorando o estado nutricional em relação a esse mineral, principalmente em gestantes e crianças pequenas.

A esse respeito, pode-se dizer também que a combinação de vitamina A e ferro na prevenção da anemia por deficiência de ferro tem se mostrado mais eficaz do que uma complementação separada com qualquer um deles.

 A integridade do epitélio

Este capítulo do dedicado ao sistema imunológico foi quebrado para se concentrar aqui, mais do que na trama defensiva, já suficientemente descrita, sobre as possibilidades oferecidas pela vitamina A em fornecer uma pele brilhante livre de condições de qualquer tipo. Basicamente, pode-se notar que o retinol é essencial na renovação das camadas de células epiteliais e na reparação das células que compõem as membranas mucosas, unhas e cabelos.

Ao falar sobre essa função, é essencial mencionar a Vitamina C – O que é, Propriedades e Benefícios, indispensável na formação de Colágeno - O que é, Propriedades e Benefícios, Para que serve... que funciona como matriz de suporte conjuntiva e reforça a proteção do corpo e a rápida cicatrização das feridas.

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Anti-cancerígeno e ação antienvelhecimento

A sua função antioxidante é traduzida em duas manifestações concretas:

  • O atraso no envelhecimento celular reflete-se num aspeto global melhor da pessoa.
  • Prevenção de alguns tipos de câncer, mantendo o DNA seguro da ação mutagênica (que causa alteração na sua estrutura) dos agentes nocivos.
Atualmente, várias linhas de pesquisa ainda estão ativas, que estão tentando se aprofundar no grau de causalidade que realmente existe entre um alto consumo de alimentos com vitamina A e a redução do risco de contrair certos tipos de cancro, especificamente o pulmão e a próstata.

Desenvolvimento correto do sistema nervoso

Aqui podemos falar de uma intervenção focada em uma região muito específica do cérebro, o hipocampo, que regula os processos e informações de aprendizado e a memória de curto prazo. Portanto, parece que a vitamina A afeta positivamente a função dos neurónios que compõem essa região, promovendo uma maior facilidade de assimilação mental e uma memória muito boa.

O excesso também pode ser nocivo: A hipervitaminose A

Como vimos ao longo da exposição, a vitamina A é um excelente nutriente e podemos dizer, sem temos a exagerar, que é indispensável para a saúde. Mas a natureza estabelece máximos, mais laxos ou mais estreitos, para qualquer substância biologicamente ativa que entre no organismo. Por dita razão, tão importante como descrever os benefícios da ingestão da vitamina A é avisar sobre os perigos que existem uns limites a partir dos qual deixa de ser favorável e passa a ser nociva.

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A doutrina científica denomina a intoxicação por excesso de consumo desta vitamina hipervitaminose A. Faz referência a um depósito de grandes quantidades de vitamina no organismo, algo que de forma habitual sucede por uma ingestão descontrolada de suplementos.

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El papel de la Vitamina A y el deporte

O papel da vitamina A e o desporto
Em quanto a signos que podem alertar de um quadro de intoxicação, não são constantes mas entre os habituais encontra-se a anorexia, náuseas, vómitos, visão turva, hiperexcitabilidade (aumento do fígado), cabelo, enxaquecas, insónia, astenia ou debilidade muscular, amenorreia (interrupção do ciclo menstrual) e, em crianças, hidrocefalia e hipertensão craniana. Incluso pode-se achar em uma prova de diminuição de densidade mineral óssea. Mas em casos extremos poderia chegar a desencadear incluso o coma e a morte.

Além disso, a dose elevada de suplementos de Vitamina A em mulheres grávidas podem converter-se num fator não usual de anomalias congénitas na descendência; por esse motivo, uma mulher que esteja em dúvida se ficar grávida deveria fugir do consumo de doses altas.

Para evitar incorrer no risco de hipervitaminose, convém conhecer os níveis de ingestão máxima tolerável (tolerable upper intake levels) que estão consolidados como datos de referência para prevenir o risco de toxicidade da vitamina A. Obviamente, do seu âmbito de aplicação ficam excluídas as pessoas mal nutridas que recebem complementação periodicamente e quem está baixo tratamento com vitamina A para combater rinite pigmentosa ou alguma outra patologia cuja superação demanda esta vitamina em grandes quantidades.

Mas não se deve confundir a hipervitaminoses a com a hipercaretonose, que de fato não se considera patológia, e que se manifesta com a aparição de uma cor amarelada (similar ao da ictéria) na palma das mãos por acumulação de carotenos. Pode ser provocado, simplesmente, por comer muitas verduras e hortaliças que o contenha em abundância, voltando a coloração normal quando suprimir esse consumo excessivo.

Dosagem: Quanta vitamina A deve ser tomada e como tomá-la

Como ter uma boa gestão da ingestão de vitamina A: complementação

A quantidade de vitamina A que cada pessoa precisa depende da idade e do estágio reprodutivo em que ela é encontrada. Grosso modo, pode-se dizer que as doses recomendadas para pessoas com mais de 14 anos movem-se num garfo entre 700 e 900 microgramas por dia de uma unidade de medida conhecida como equivalentes de retinol (RE). Para as mulheres que amamentam até 1200-1300 ER e para crianças menores de 14 anos, os números diminuem significativamente.

O problema é que para realizar a conversão de Unidades Internacionais, que é como o conteúdo de vitamina A aparece nos rótulos dos produtos, no mcg ER, o que não é uma tarefa fácil. Iremos ilustrar com o exemplo que uma dieta variada com 900 mcg de vitamina A contribui entre 3.000 e 36.000 UI, dependendo de quais alimentos são de onde vem.

Cápsulas de Vitamina A

Para maiores de 14 anos, a FDA (Food and Drug Administration dos Estados Unidos) estabeleceu o parâmetro chamado valor diário (VD), de vitamina A de 5000 UI, contando com uma alimentação mista de origem vegetal e animal. O VR não coincide com as doses recomendadas, porém, guiado pelo objetivo de atingir 100% do VD diariamente, pode ser prático para garantir ingestão suficiente de vitamina A.

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No entanto, se analisarmos os números indicados pelas diferentes instituições que esclarecem isso, há certas discordâncias. Por exemplo, para a Spanish Heart Foundation, uma entidade que pode ser considerada como uma fonte de solvente, os valores diários recomendados podem ser escalonados da seguinte forma:

  • 6 a 11 meses: 350 microgramas.
  • Uno a 6 anos: 400 microgramas.
  • 7 a 10 anos: 500 microgramas.
  • 11 a 14 anos: 600 microgramas.
  • Mulheres maiores de 14 anos: 600 microgramas.
  • Homens maiores de 14 anos: 700 microgramas.
  • Mulheres grávidas e amamentando: 700 microgramas.
Enquanto isso, tanto a FAO quanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendam que os adultos consumam 750 microgramas por dia de retinol, uma quantidade que eles recomendam aumentar em 50% em mães que amamentam e reduzir significativamente em crianças e bebés.

Obviamente, devemosconsiderar a situação peculiar em que algumas pessoas são cujas condições de saúde podem exigir complementação adicional. Seria o caso de:

  • Bebes prematuros durante os primeiros doze meses.
  • Pacientes com fibrose cística, com o objetivo de se recuperar dos distúrbios intestinais que ela causa.
  • Celíacos, já que as suas dificuldades acrescidas na absorção de gorduras impedem que eles assimilem a quantidade necessária.
Um detalhe a ter em conta ao interpretar os números é que eles são criados em dietas que contêm simultaneamente retinol e carotenos, abrangendo a variedade alimentar. Mas no caso de uma dieta vegana, por exemplo, é necessário aumentar a quantidade de caroteno consumida porque, a transformação metabólica do caroteno em retinol é apenas relativamente eficaz.

Que tipos de suplementos de vitamina A existem e para que servem?

A vitamina A, como muitas substâncias, é comercializado extensivamente como suplementos alimentares ou como etilo ou palmitato de retinol (que é considerado pré-vitamina A), como beta caroteno ou provitamina A ou uma combinação de ambos.

A maioria, se não todos os preparativos, de multi vitaminas integrar na sua formulação e também, é claro, são vendidos com conteúdo exclusivo é a vitamina A. Na loja on-line HSN todos os tipos podem ser encontrados.

Mas, ao abordar a questão da complementação é inevitável argumentam que, se uma boa quantidade de frutas e legumes e alguns alimentos de origem animal, como ovos, peixe, ou produtos lácteos são rotineiramente consumidos (se eles são pobres em gordura, enriquecido com vitamina A), a complementação não é necessária a menos que haja uma patologia que modifique as necessidades do organismo.

No entanto, sabe-se que consumida nas doses recomendadas pelos laboratórios de fabricação, a vitamina A é uma substância que oferece ampla margem de segurança.

Há muitas evidências para apoiar o uso de vitamina A e os seus derivados para combater o acne.

Assim, para os jovens que sofrem deste problema acne tão desagradável, é aconselhável que é, para além de ter certeza que eles comem o suficiente vitamina A através de alimentos, tomar um suplemento que inclui retinol e também aplicar diretamente sobre a pele, o que ajuda para regular a película de gordura segregada pelas glândulas sebáceas, e a verdade é que o problema geralmente melhora significativamente.

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A este respeito, devem ser observadas as precauções necessárias a serem seguidas pelas mulheres grávidas, se tiverem acne, uma vez que existe uma variante de vitamina A, ácido all-trans-retinóico ou tretinoína (forma ácida desta vitamina), que é muito eficaz para combatê-lo, mas pode causar malformações congénitas no feto. Um detalhe que não pode passar despercebido sobre essa substância é que tem mostrado boa efetividade no tratamento de uma doença grave, a leucemia promielocítica, a ponto de ter registado uma melhora estatisticamente significativa na sobrevivência média através do seu uso.

A complementação, em alguns casos mais do que em outros, com vitamina A parece ser um apoio digno de ser levado em conta no tratamento da malária, retinite pigmentosa, HIV, câncer pancreático, pele, mama, pulmão e estômago, artrite, eczema cutâneo e diabetes, bem como na prevenção de cataratas.

Aqueles que são obrigados a não comprometer a saúde, a não recorrer de forma alguma esses suplementos, são pacientes hepáticos e alcoólico, porque nessas pessoas o perigo de envenenamento agudo é exacerbado, o que poderia ter consequências fatais. Embora com um menor grau de risco, aqueles que sofrem de síndrome de má absorção, infeções intestinais ou níveis elevados de trigliceridos no sangue.

Os riscos potenciais da vitamina A em crianças amamentadas não foram rigorosamente avaliados, o que, por ser abundante na composição do leite materno e, como explicado acima, o seu excesso pode causar alterações congénitas. É muito aconselhável evitar este tipo de suplementos nesta fase da mulher.

Da mesma forma, a alergia ou hipersensibilidade a essa vitamina é perfeitamente descrita, o que torna óbvio que aqueles que a diagnosticaram precisam fugir de seu consumo.

As possíveis interações com outras substâncias

Os anticoncetivos orais exigem precaução na hora de consumir esta vitamina, pois, podem chegar a incrementar perigosamente os seus níveis.

Devem-se evitar a sua combinação com alguns antibióticos, mas sobre tudo com as tetraciclinas, já que esta mistura dispara o seu risco de toxicidade. A razão é que interatua com estes fármacos que se metabolizam no fígado perante o sistema enzimático do citocromo P450.

E cuidado com os possíveis conatos de hemorragia quando de forma simultânea com o ácido acetilsalicílico ou outros anticoagulantes, como anti-inflamatórios não esteroideos como o ibuprofeno e com o ginkgo biloba (o extrato de cujas folhas usa-se como remédio natural para combater transtornos circulatórios).

Toda a informação pode servir para evitar doenças e promover uma saúde ideal.

Informação sobre recomendações relacionadas com estas vitaminas

  • A vitamina A é estável em temperaturas normais de armazenamento e relativamente estável à luz e ao calor, mas destruída pela oxidação.
  • Não é aconselhável fritar alimentos ricos em vitamina A, uma vez que tanto o caroteno como o retinol, sendo lipossolúveis, permanecem no óleo.
  • É preferível comer vegetais frescos, pois, a secagem diminui a concentração de carotenos.
    A disponibilidade da vitamina A aumenta na presença de vitamina E, e outros antioxidantes naturais.
  • Os veganos, que não consomem laticínios ou ovos, precisam de beta-caroteno para satisfazer sua necessidade de vitamina A. Para isso, eles devem incluir pelo menos cinco porções de frutas e vegetais considerados ricos em carotenóides na sua dieta diária.
  • Diferentes suplementos de vitamina A não devem ser usados simultaneamente, uma vez que o risco de toxicidade aumenta.
  • E, como acontece com qualquer outro suplemento dietético, mesmo que sejam produtos que não necessitam de receita médica, é altamente aconselhável informar um médico da intenção de iniciar uma complementação e, se isso permitir, especificar a dose adequada.
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Avaliação da Vitamina A

Vitamina A e Saúde Ocular - 100%

Proteção do Sistema Imune - 100%

Vitamina Essencial - 100%

Proteção sobre o Anti-envelhecimento - 100%

100%

HSN Evaluação: 5 /5

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