Colagénio
21 Produtos
Definir direcção ascendente
Últimos comentários sobre Colagénio

COLAGÉNIO -180 comp Colágeno - Christina, 02/03/2017

É fundamental para o nosso organismo depois de uma determinada idade. Estou muito contente com a aquisição.

Valor
Eficácia
Acondicionamento
Put.General

COLAGÉNIO MARINHO 270g Produto muito bom - Mafalda, 31/01/2017

Já usei e voltei a comprar. Tem uma excelente composição reunindo a dose diaria suficiente de colagenio e de vitamina C para resultar. Recomendo.

Valor
Eficácia
Acondicionamento
Put.General

Comprar Colagénio - Tudo o que deves saber

Substância de origem proteica presente na maioria de tecidos conjuntivos no nosso organismo. Tem uma função estrutural, tanto a nível cutâneo (primeira barreira de proteção) como nas articulações. A nível de suplementação, podemos encontrá-lo em forma hidrolisada ou sem desnaturalizar (UC-II). A suplementação do mesmo associa-se principalmente a uma redução da dor articular, ainda que se tenha observado como alguns péptidos pertencentes ao colagénio, favorece a conexão neuronal através de neurotrofinas (BDNF).

Hoje em dia, uma grande parte da população está a tomar consciência acerca do cuidado da sua saúde. São demasiados os fatores aos que nos encontramos expostos que provocam um deterioro dos nossos marcadores saudáveis. Por vezes até, sem darmos conta ou ter constância dos mesmos.

Dentro dos sintomas mais característicos, existe um que não pode passar desapercebido, devido à sua alta incumbência, a beleza. Sim, e é que uma das consequências mais notórias que sucedem aos seres humanos, conforme avança o tempo, e assim, outros agentes influem, é o empobrecimento da nossa aparência exterior, refletida no aspeto da pele, e claro, no rostro, imagem que damos ao mundo.

O segredo da eterna juventude jamais será revelado, por mais que qualquer outro científico nem alquimista ponha toda a sua ênfase em conseguir a “fórmula mágica”, mas no entanto, em certo sentido e no que está ao nosso alcance, podemos sim aliviar os estragos que a passagem inexorável do tempo causa nas pessoas. A ciência avança e como tal, põem-nos à nossa disposição uma serie de produtos cujo objetivo é cumprir os desejos dos clientes e, neste sentido, em matéria de manter, melhorar, cuidar e, porque não, devolver um aspeto rejuvenescido à nossa pele e expressão.

O colagénio, como suplemento, é o produto que apresenta a evolução da tecnologia para contemplar toda esta serie de premissas e conceder mais uma oportunidade a todas estas pessoas que procuram o compromisso de cuidado ao máximo, tanto a sua saúde que tal como veremos, também se encontra implicado a outros níveis, assim como o seu aspeto.

Falando em termos concretos e exclusivamente no que concerne ao âmbito natural, ao colagénio conhece-se como a estrutura proteica que em maior presença ou abundância podemos encontrar nos organismos dos animais. Dentro do reino vegetal não existe este tipo de molécula, isto é, não há colagénio de origem vegetal. É uma macromolécula que dá lugar, por sua vez, à formação das fibras de colagénio, secretadas pela rede celular constituinte do tecido conjuntivo.

O colagénio está presente formando uma camada de união de tecidos de modo que dá suporte para a correta coesão de desses sistemas fibrilares permitindo de maneira paralela brindar dois benefícios essenciais, tanto como pilar estrutural, como para capacitar a função dinâmica mediante as propriedades de elasticidade e flexibilidade desses tecidos.

O colagénio encontra-se categorizado numa série de Tipos, em função da estrutura molecular, concentração e lugar onde se dispõe dentro do sistema conjuntivo. Entre eles, o Tipo I é o mais abundante.

A produção natural de colagénio diminui com a idade, refletindo-se no aparecimento de rugas, flacidez da pele, perda de elasticidade e suavidade, assim como os problemas de índole articular. Outros fatores podem acelerar o processo, como são os maus hábitos alimentares (excesso de açúcar, comida processada), tabaco, ou demasiada exposição solar, que contribuem para diminuir os níveis de colagénio. Investigações podem demonstrar que a maioria de patologias relacionadas com a produção e síntese de colagénio surgem como consequência da genética, escassez de fontes (alimentos) ricos em colagénio, assim como outras carências nutricionais, junto a problemas digestivos.

O colagénio ajuda a fortalecer várias estruturas do corpo e também lhes oferece proteção, como é o caso da pele evitando a absorção e propagação de substâncias patogénicas, toxinas ambientais, micro-organismos e células cancerígenas. Falando claramente, a proteína do colagénio é o cimento que sustém todo o conjunto.

Onde se encontra o Colagénio?

O colagénio é a principal proteína fibrosa insolúvel na Matriz Extra celular e no tecido conjuntivo. Quando nos referimos ao sistema conjuntivo, estamos a falar de qualquer tecido que dá suporte a outros tecidos conectando-os, e que se integram de uma quantidade relativamente elevada de complexo celular da matriz extra celular. Inclui a ossos, cartilagens e tecido conjuntivo solto. Este último, podemos localizá-lo naquelas zonas que não vão ser submetidas a elevadas resistências ou tensões mecânicas.

O colagénio forma parte do conjunto total de fibras conjuntivas que o nosso corpo tem, de modo que encontraremos neste sistema:

  • Fibras de colagénio
  • Fibras reticulares
  • Fibras elásticas

As fibras de colagénio são as de maior abundância no sistema conjuntivo. A nível microscópico, poderemos diferenciar uma subunidade, as fibrilhas de colagénio.

A Matriz Extra celular

A matriz extra celular ou ECM (Extracellular Matrix) é o componente não celular presente dentro dos tecidos e órgãos e que não oferece apenas um suporte estrutural básico para os constituintes celulares, senão que também produz uma expressão sinalizadora, de carácter crucial, para os processão fisiológicos de índole bioquímico e biomecânico, requerida para a morfologia, diferenciação e homeostase dos tecidos.

A importância da ECM ilustra-se vivamente pela ampla gama de síndromes, que se podem contrair por anomalias genéticas nas proteínas, desde um menor até um maior grau de importância.

Apesar de que, fundamentalmente, a matriz extra celular está composta de água, proteínas e polissacarídeos, entre outros, cada tecido possui uma única ECM com uma composição e topologia diferentes que é gerada durante o desenvolviemtno dos tecidos através de um dinâmico e recíproco diálogo, bioquímico e biofísico entre vários componentes celulares, como epitélios, fibroblastos, adipócitos e outros elementos endoteliais, além do envoltório celular e o micro-ambiente proteico.

A matriz extra celular no tecido conjuntivo é frequentemente mais abundante que as próprias células que a rodeiam e determina as propriedades físicas do tecido. Os tecidos conjuntivos formam a armação do corpo dos vertebrados, mas as quantidades encontradas em diferentes órgãos variam muito desde a cartilagem e o osso, no que são o componente principal, o cérebro e a medula espinal, na que são só constituintes menores.

A ECM é uma estrutura altamente dinâmica que está constantemente a ser remodelada e regenerada, seja enzimaticamente ou não e os seus componentes moleculares estão submetidos a uma miríada de modificações pós-traducionais. Mediante estas características físicas e bioquímicas, a ECM gerará as propriedades bioquímicas e mecânicas de cada órgão, como por exemplo a resistência à tração e compressão ou a elasticidade; além disso, media na proteção e manutenção da homeostase extra celular e na retenção hídrica.

Além disso, a ECM dirige a organização morfológica essencial e a função fisiológica mediante a união de fatores de crescimento (GF) e a interação com os recetores da superfície celular para provocar a transmissão de sinais e regular a transcrição de genes. As propriedades bioquímicas e biomecânicas, protetoras e organizativas da ECM num tecido dado podem variar enormemente de um a outro (por exemplo, pulmões vs pele vs osso) e até mesmo dentro de um tecido (por exemplo córtex renal vs medula renal), assim como de um estado fisiológico a outro (normal vs cancro).

Estrutura do Colagénio

A estrutura molecular do colagénio costuma-se associar com a de uma macromolécula ou proteína complexa, dado que se podem diferenciar até 19 tipos de aminoácidos diferentes, incluindo tanto os essenciais e não-essenciais, como por exemplo arginina, glutamina, glicina e prolina.

A figura geométrica que descreve a disposição molecular no espaço concorda com a de uma tripla hélice formada por cadeias de aminoácidos, onde cada uma é constituída por volta de 1400 aminoácidos, sendo a Prolina e Glicina os principais elementos. Nessa estrutura, as três cadeias de polipéptidos mantêm-se unidas numa conformação helicoidal por ligações de hidrogénio. Uma molécula de colagénio estará constituída por três cadeias polipeptídicas, denominadas cadeias alfa, que se enroscam dando lugar à forma de hélice que descreve um movimento dextrogiro no espaço molecular.

Em torno a um quarto do total de tecido proteico que se encontra no nosso corpo corresponde-se com colagénio, sendo a principal estrutura proteica para dar suporte ao resto de elementos e servindo de nexo de união e fortalecimento dos sistemas de conexão e união como os tendões, as lâminas que sustêm a pele e órgãos internos, entre outros. Os ossos e os dentes fazem-se agregando cristais minerais ao colagénio. O colagénio proporciona a estrutura aos nossos corpos, protegendo e apoiando os tecidos mais suaves e conectando-os com o esqueleto. Mas, apesar da sua função crítica no corpo, o colagénio é uma proteína relativamente simples.

Dentro da estrutura, repete-se uma sequência de aminoácidos, mantendo um elemento comum: cada três aminoácidos encontra-se a glicina, sendo o resto de componentes, outros dois aminoácidos, prolina e hidroxiprolina.

A hidroxiprolina, que é crítica para dar estabilidade a toda a estrutura do colagénio, gera-se mediante uma modificação realizada sobre a própria prolina, logo depois de criar a cadeia de colagénio. Esta reação requer de vitamina C, de modo que colabore no fornecimento de oxigénio. No entanto, o nosso organismo não é capaz de a sintetizar e se o aporte externo não é o suficiente, podem surgir certas complicações.

O deficit de vitamina C (ácido ascórbico) trava a produção de hidroxiprolina, o que implica por sua vez a mesma lentidão na construção da cadeia de colagénio, ou até, a paragem do processo em si, o que pode gerar escorbuto. Esta patologia, que se manifesta pela escassez da vitamina C, pode degenerar em perda de peças dentais e no fácil aparecimento de nódoas negras, por mínimo que seja o golpe, já que como sabemos, o colagénio seria o principal agente de cicatrização e regenerador e reparador de tecidos. É por isso que em numerosos suplementos de colagénio têm vitamina C adicionada.

Dá-se a circunstância que no tipo de dieta ocidental, onde predomina a carne, os aminoácidos Prolina e Glicina não se encontram numa alta concentração nestes alimentos, ou para ser mais exatos, nas partes do animal que mais consumimos. As partes mais ricas são os órgãos.

Embora que ambos aminoácidos são não-essenciais e o organismo os possa fabricar por si só, sob certas circunstâncias, como em casos de doença, alta volume de exercício físico, stress emocional, ou outra condição clínica, o corpo ver comprometida a sua síntese, adquirindo a conotação de “condicional” e não ser capaz de obter a suficiente quantidade como se necessita, sendo portanto importante o aporte externo através da dieta ou outros produtos ricos em aminoácidos.

Síntese de Colagénio

A rota biosintética que é responsável da produção do colagénio é um pouco complexa. Tal como tínhamos enunciado, não existe só um tipo de colagénio, senão que há uma longa lista, onde cada um é codificado por um gene especifico. Estes genes encontram-se numa grande variedade de cromossomas. Desta maneira podemos observar as duas fases que acontecem na síntese de colagénio:

  • Primeira Fase: onde o mensageiro ARN (mRNA) para cada tipo é transcrito pela expressão dos seu gene (processado ARN)
  • Segunda Fase: onde se requer o ADN e onde é submetido a uma serie de etapas de processamento para produzir um código final para o tipo específico de colagénio.

Uma vez que se produz o ARNm da cadeia pró-alfa final, fixa-se ao lugar onde se está a produzir a síntese de proteínas local. Este passo da síntese conhece-se como tradução. Este sitio da pró-cadeia alfa de ARNm encontra-se na membrana dos ribosomas, onde se localiza o chamado Retículo Endoplasmático Rugoso ou rER e que como outras proteínas que são destinadas para a função do ambiente extra celular, o colagénio também é sintetizado no rER.

Fibroblasto e Formação de Colagénio

Um fibroblasto é uma célula que fabrica e mantém a integridade do tecido conjuntivo. É o responsável de criar a matriz extra celular (ECM) e o colagénio. Ambos elementos serão os que constituam, a grosso modo, a rede de tecidos, sendo os fibroblastos os encarregues da sua manutenção. Fibroblasto é o termo utilizado para nomear estas células quando se encontram em estado ativo, dado que quando sucede o contrário e se regista um menor grau de atividade, passam a conhecer-se como fibrocitos. Na sua atividade, os fibroblastos secretam precursores da ECM, e outorgam força ao tecido conjuntivo, forma e a capacidade de aderir-se a outros tipos de tecidos.

Procolágeno, estrutura precursora do colagénio

O colagénio, tal como a maioria das proteínas que se destinam ao transporte para os espaços extra celulares onde se realiza a sua função ou atividade, originam-se inicialmente como uma molécula precursora maior, conhecida neste caso como “Procolágeno”.

A geração de colagénio engloba uma serie de procedimentos que acontecem tanto a nível intracelular, onde intervêm os organelos celulares, como fora da célula, na matriz extra celular.

Dita formação contém proteínas de extensão em cada extremo chamado propéptidos de extensão de procolágeno amino e carboxilo. Estas porções não helicoidais da molécula de procolágeno fazem-na muito solúvel e portanto fácil de mover dentro da célula à medida que experimenta modificações adicionais. Em quanto à molécula de colagénio vai sendo pouco a pouco sintetizada e irá sofrendo uma serie de mudanças, denominadas modificações pós-traducionais, e que acontecem no aparelho de Golgi.

O seguinte passo, conhecido como Registo é onde se produz a formação de enlaces dissulfeto entre três cadeias de procolágeno, fixando-as num alinhamento adequado. De tal modo, as cadeias vão encaixar-se entre si, formando uma estrutura de fio (recordemos que a estrutura final do colagénio assemelha-se à de uma linha tripla).

Na seguinte fase, acontece uma modificação crítica, e trata-se da hidroxilação dos aminoácidos prolina e lisina na nova estrutura proteica sintetizada, procolágeno. Mediante uma serie de enzimas (hidroxilases), são as responsáveis de levar a cabo esta reação fisiológica, necessária para obter hidroxiprolina e hidroxilisina.

Para isso, estas enzimas requerem de vitamina C (onde vimos no ponto anterior a necessidade crítica da sua presença) junto ao mineral ferro, que atuarão como co-fatores reativos. Em ausência de hidroxiprolina, a cadeia de colagénio não poderá ser completada na correspondente estrutura helicoidal e o que se obterá no seu lugar, será uma nova recodificação molecular, de um carácter débil, sendo muito simples a sua destruição. Mais uma vez, observamos a importância da adequada administração de micronutrientes, essencial e crítica na nutrição humana.

Alguns dos aminoácidos de hidroxilisina recém formados glicosilam-se mediante a adição de açúcares, tais como galactose e glicose, levado a cabo pelas enzimas galactosil e glicosiltransferases, que necessitarão do mineral manganês. A etapa de glicosilação induz características químicas e estructurais únicas à molécula de colagénio recém formada e pode influir no tamanho das fibrilhas. A atividade das enzimas que acabamos de relatar produzem o seu máximo rendimento em etapas precoces da vida e, à medida que vamos aumentando o contador anual, vão diminuendo.

Enquanto que dentro da célula e quando os péptidos da estrutura procolágeno ainda se encontram intactos, dita molécula conterá um alto grau de solubilidade, por volta de 1000 vezes maior que no próximo estado, quando a extensão péptida será eliminada. Este facto favorece para que a molécula de procolágeno possa ser transportada facilmente dentro da célula, onde mediante umas estruturas denominadas microtúbulos, permitirão o seu transporte para a superfície, e ser secretada no espaço extra celular.

À medida que o procolágeno vai sendo secretado, um tipo de enzimas, chamadas procolágeno-proteinases, vão ser as responsáveis de ir eliminando os péptidos de extensão nos extremos da célula. Algumas porções destas peças são reintegradas na célula e podem regular a quantidade de colagénio produzido, mediante um mecanismo de retroalimentação. A molécula final que foi processada conhece-se como colagénio e é quando se começa a originar o processo de formação de fibras.

No espaço extra celular, ocorre outra modificação pós-traducional na molécula de colagénio de estrutura tripla helicoidal, de modo que se geram as fibrilhas e depois as fibras. Este passo chama-se formação de enlaces cruzados e é promovido por outra enzima especializada chamada lisiloxidase. Esta reação situa reticulações estáveis dentro (entre-cruzamentos intra-moleculares) e entre as moléculas (reticulações inter-moleculares), sendo o passo mais crítico em quanto a emprestar às fibras de colagénio a característica de força, resistência e tensão.

A ultra estrutura do colagénio pode visualizar-se imaginando cada molécula individual como um pedaço de linha de coser. Muitas destas linhas enrolam-se umas às outras para formar uma cadeia (fibrilhas). Estas cadeias de fibrilhas formam então cordões, que por sua vez se associam e dão lugar a uma corda, que assim, interatuam entre si, para formar cabos robustos. Esta estrutura altamente organizada é a responsável da resistência dos tendões, ligamentos, ossos e derme.

Quando sofremos uma lesão e o colagénio que se encontra no nosso organismo tem que ser reparado, o tecido conjuntivo não vai obter esta rede anteriormente explicada e, assim torna-se uma estrutura um pouco mais débil. É por isso que o colagénio cicatrizado possuirá em torno a 70 ou 80% da robustez do original.

A síntese e remodelação do colagénio é um processo que o nosso organismo continuará com o fim de obter a estrutura original, antes de ocorrer a lesão. Esta fase de remodelação do colagénio, implicará tanto a síntese em curso do colagénio, como a degradação do mesmo. Qualquer desequilíbrio que interfira neste processo de criação provocará que exista uma maior degradação frente à constituição de novo tecido de colagénio.

Degradação do Colagénio

De igual importância no metabolismo do colagénio encontra-se implicado no complexo processo de degradação do colagénio. De maneira normal, o colagénio presente no tecido conjuntivo restaura-se seguindo um ritmo lento e controlado. No entanto, durante estados de doença, como o caso da artrite ou cancro, o grau de degradação e perda de colagénio pode resultar bastante importante.

Nos tecidos saudáveis normais onde o colagénio está completamente hidroxilado formando uma tripla estrutura helicoidal, a molécula é resistente ao ataque pela maioria das proteases. Sob condições saudáveis normais, só as enzimas especializadas chamadas colagenases podem atacar a molécula do colagénio. Este grupo de colagenases pertence a uma família de enzimas denominadas metaloproteinases de matriz ou MMPs.

Muitas células no nosso corpo podem sintetizar e liberar colagenase incluindo fibroblastos, macrófagos, neutrófilos, osteoclastos e células tumorais. Uma das razões pelas quais algumas células neoplásicas podem ser tão invasivas é porque liberam potentes colagenases e podem destruir a molécula de colagénio que se encontram ao redor. De tal modo, podem quebrar as membranas basais dos vasos sanguíneos e dispersar por todo o corpo. Nas úlceras de pressão crónicas, há uma invasão massiva de neutrófilos e liberam um tipo de colagenase muito potente chamada MMP-8 que é responsável da rutura do tecido conjuntivo.

Para que serve o Colagénio?

O colagénio é um tipo especial de proteína que atua como uma "cola" dando suporte ao resto das estrutura corporais, na coesão de tecidos e sistemas. Forma uma rede com estas cadeias de proteínas que formam a estrutura e formas do corpo, aportando por sua vez certas características essenciais. Por exemplo, proporciona a força dos ossos, a flexibilidade das articulações e a suavidade e firmeza da pele.

Tal como se trata da proteína que mais abunda no corpo (pele, tecido muscular, capilares sanguíneos, sistema ósseo, tendões ou no sistema digestivo), especialmente o colagénio tipo 1, que o veremos mais tarde, é de suma importância e encontra-se implicado numa multitude de processos.

O colagénio é o componente principal do tecido conjuntivo que se encontra na derme, uma das camadas que formam a pele (situada entre a epiderme e a hipoderme). A epiderme encarrega-se de regular a perda de água nas células e tecidos.

Na hipoderme, a camada mais profunda, também se pode observar a presença de colagénio e está formada de tecido gordo e conjuntivo que contém vasos sanguíneos de maior tamanho e nervos. Tem uma rede completa de fibras que estabelecem o crescimento das células e vasos sanguíneos onde o colagénio atua como suporte estrutural. A sua funcionalidade é a de fortalecer, oferecer suporte e, por vezes, propriedades elásticas, aos tecidos. Também se localiza ao redor de órgãos, envolvendo-os e protegendo-os, tal como podem ser os rins e o baço.

A propriedade de força, flexibilidade e elasticidade, talvez se aprecie de uma melhor perspetiva se comentamos que o colagénio também constitui a base de suporte para os tendões e ligamentos:

  • Os tendões são os elementos responsáveis de unir músculos e ossos, e permitir o movimento
  • Os ligamentos são estruturas que se localizam fundamentalmente nas articulações e que permitem dar sustentabilidade e estabilidade aos ossos que formam cada uma delas, como manter a posição da articulação do joelho

Outro tipo de tecido onde poderemos encontrar colagénio é na cartilagem, que pertence também ao sistema conjuntivo e que se localiza particularmente nos tecidos moles, como nariz, orelhas, certas partes do joelho, laringe ou traqueia. A sua função aqui é a de proporcionar flexibilidade, suporte e movimento.

Benefícios do Colagénio

O corpo produz o seu próprio colagénio para abastecer e oferecer suporte à pele, ossos, cabelo, unhas, músculos e todos os órgãos. No entanto, conforme avança a idade, a produção começa a diminuir, aparecendo os sintomas do envelhecimento. Atualmente, os suplementos de Colagénio Hidrolizado podem estimular a produção de colagénio para uns níveis bastante benéficos.

Enquanto que a maioria das pessoas são conscientes de alguns dos benefícios do suplemento de colagénio, ainda não são conscientes do potencial e de como podem elevar a sua saúde em diversos frentes. Depois de começar a tomar colagénio, é quando começam a experimentar mudanças significativas e fazem-se a pergunta de porquê esperaram tanto para incluir-lo na sua vida.

Os benefícios do colagénio (os suplementos de colagénio) para o nosso organismo são tão variados como importantes, e até mesmo em algumas ocasiões, podemos quase garantir sem pestanejar, que são quase essenciais.

Dentro dos mais importantes e notáveis podemos mencionar os seguintes:

  • Melhora o aspeto da pele, cabelo e unhas
  • Ajuda a reduzir a celulite e estrias
  • Protege, repara e regenera as articulações
  • Fortalece gengivas e dentes
  • Ajuda para o sistema digestivo e doenças inflamatórias
  • Incrementa o metabolismo
  • Colabora no processos de desintoxicação

Procedência do Colagénio

As fontes naturais de colagénio são exclusivas do reino animal, como já vimos ao começo da descrição, sendo que as principais são as procedentes do peixe, vaca, porco, frango e ovo.

Colagénio marinho

O colagénio marinho é o procedente do peixe, sendo um dos que maior biodisponibilidade existem, e quase com total certeza encabece a lista nos diferentes tipos. Esta característica reside principalmente nos péptidos de colagénio marinho, que são partículas mais pequenas e fáceis de absorver. A biodisponibilidade refere-se à qualidade de determinar a eficácia dos nutrientes que ingerimos. O colagénio marinho tende a ter quase o dobro da biodisponibilidade em comparação com o bovino e porcino. A fonte marina extrai-se a partir das escamas, pele, espinhas e asas do peixe. Há que diferenciar o colagénio marinho procedente do peixe (recomendado) do que se obtém de crustáceos.

Este colagénio é uma proteína estrutural complexa que ajuda a manter a força e flexibilidade da pele, dos ligamentos, das articulações, dos ossos, dos músculos, dos tendões, vasos sanguíneos, das gengivas, dos olhos, unhas e cabelo. Pode lutar contra o envelhecimento, cicatrizar e regenerar os ossos, melhorar o processo de cicatrizado de feridas, aumentar a ingestão de proteínas e proporcionar propriedades anti-bacterianas.

A composição dos péptidos de colagénio marinho possui uma alta concentração em glicina, hidroxiprolina e prolina. Estes péptidos são rapidamente absorvidos pelas células do intestino e liberados na corrente sanguínea para serem transportados por todo o corpo. Desta maneira estimulam as células da pele, das articulações e dos ossos e conduzem à síntese de colagénio através da ativação e crescimento celular.

Considerado como a melhor fonte de colagénio com fins medicinais, trata-se particularmente do colagénio Tipo I, o que maior presença possui de todos. Os benefícios deste tipo refletem-se extraordinariamente no fortalecimento dos tecidos conjuntivos e estruturas ósseas, além de dar à pele as suas propriedades de firmeza e tensão, conseguindo melhor suavidade, otimizar a hidratação, maior flexibilidade e a prevenção da formação de rugas, proporcionando um aspeto juvenil, sem sinais de envelhecimento.

O colagénio marinho relaciona-se com a estimulação da produção de colagénio do organismo, tanto como para a correta regeneração e síntese das estruturas, como para servir para a matriz de mineralização das células ósseas, ajudando na cicatrização e regeneração do osso.

Outro componente importante presente no colagénio marinho é a colagenina, que é um péptido com atividade anti-microbial. Neste sentido, poderia ter relevância para inibir o crescimento da bactéria Staphylococcus aureus, também conhecida como estafilococo.

Na altura de adquirir suplementos de colagénio marinho recomenda-se que na fórmula se encontrem também ingredientes para melhorar a absorção e potenciar os efeitos, como são a vitamina C e o ácido hialurónico.

Colagénio bovino

Este tipo provém das vacas e também é conhecido como cartilagem bovina ou de vaca. É uma proteína natural presente na cartilagem, ossos, pele e tecido muscular. Consta principalmente de colagénio Tipo I e III, que são os principais componentes da pele, cabelo, unhas, músculos, tendões, ligamentos, ossos, gengivas, dentes, olhos e vasos sanguíneos. Juntos, os tipos I e III de colagénio constituem mais de 90 porcento do colagénio do nosso corpo.

Se bem existem fontes de colagénio nos alimentos, pode ser difícil consumir as partes dos animais onde se concentra o colagénio. Uma forma de obter colagénio bovino de fontes alimentares é fazendo sopas com caldo de ossos, obtendo-se grandes benefícios. Outra opção que pode ser mais eficiente e conveniente é o uso de suplementos de colagénio.

É uma fonte rica em glicina e prolina, pelo que atuará na síntesis de creatina, regeneração muscular, além de estimular a própria produção de colagénio por parte do corpo. A glicina é necessária para a manutenção das cadeias de ADN e ARN, onde se mantém codificado o nosso código genético, sendo essencial para a correta formação das células. Assim também se encontra o aminoácido prolina em grandes proporções, que presta um papel crítico para a habilidade do organismo na síntese do seu próprio colagénio.

O colagénio bovino pode ser utilizado numa serie de problemas de saúde. Entre estes:

  • Pacientes com artrite: uma doença degenerativa da cartilagem, produzindo dor e provocando a fricção entre ossos, além de restar capacidade de amortização articular; neste caso, pode-se combater dita patologia mediante a regeneração da cartilagem
  • Saúde do sistema digestivo: em boa parte graças ao aporte de glicina, que intervém na digestão mediante o incremento dos ácidos gástricos, de modo a que se digiram melhor os alimentos e evitar a acidez estomacal, assim como o refluxo gastroesofágico. Também pode ajudar a que a síndrome de intestino permeável e a doença inflamatória intestinal, que também tendem a implicar ácido do estômago baixo
  • Melhora o descanso noturno: já que o aminoácido mais abundante no colagénio é a glicina, um imunonutriente que apoia a resposta inflamatória saudável, de modo que promove um sono mais profundo e mais reparador, pois pode estimular certos neurotransmissores implicados no sono
  • Proteção da pele: dado que contribui para a formação de elastina, que junto a outros componentes, são responsáveis de manter o tom, textura e aparência juvenil da pele. Também pode ajudar a reduzir as rugas, diminuir o inchaço e lutar contra outros sinais do envelhecimento
  • Recuperação muscular: oferece funcionalidade estrutural como suporte para os tendões e ligamentos, de tal modo, que os desportistas possam beneficiar-se principalmente para recuperar dos esforços físicos nos treinos

Colagénio de frango

O tipo de colagénio mais abundante a partir desta fonte será o tipo II, sendo o mais propício para a regeneração da cartilagem. A parte que maior conteúdo desta substância é o esterno do frango.

É portanto uma ferramenta para neutralizar os sintomas derivados dos problemas articulares. Assim, a cartilagem de frango contém condroitina e glucosamina, duas substâncias que também mostram benefícios na manutenção óssea. Com isto, seria possível travar a doença auto-imune como a artrite reumatoide desde os seus inícios, ou bem aliviar e mitigar os sintomas em outros casos.

A forma mais comum de encontrar esta fonte de colagénio é na de Colagénio Não Desnaturalizado tipo II.

Colagénio de ovo

Outra fonte de procedência do colagénio trata-se tanto da casca de ovo como da gema, onde podemos encontrar o colagénio Tipo I. Também coexistem o 3, 4 e 10, mas o de maior relevância é sem dúvida, o 1. Esta fonte aporta outros importantes elementos: sulfato de glucosamina, sulfato de condroitina e ácido hialurónico, além de certos aminoácidos que intervêm na construção de tecidos ou cicatrização de feridas. Outros fatores que fomentam a produção de colagénio como as vitaminas B e E, também estarão presentes.

Com que se pode tomar o Colagénio?

Como vimos, podemos obter o colagénio diretamente de fontes naturais, ou bem aumentar a presença de nutrientes precursores. No entanto, em termos de eficácia, a opção de tomar Suplementos de Colagénio tem um interesse especial. Podemos tomar colagénio de maneira isolada, em formato de pó ou em cápsulas, ou até apostar por juntar outros suplementos para potenciar os benefícios. Noutros casos, existem suplementos em cuja composição é possível encontrar uma grande variedade de ingredientes, apontando a um mesmo objetivo, elevar a presença de colagénio no nosso organismo.

Colagénio e Ácido Hialurónico

O Ácido Hialurónico é um componente natural com presença no organismo. Pertence ao grupo dos glicosaminoglicano (estruturas moleculares polissacáridas que integram o tecido conjuntivo) e distribui-se ao longo do tecido conjuntivo, neural e epitelial. É um dos membros mais relevantes na matriz extra celular, dando suporte estrutural às células, além das articulações e da pele. Cada dia, uma percentagem deste ácido hialurónico é resintetizado.

Entre os seus benefícios encontram-se manter um correto estado de saúde do tecido articular e combater a osteoartrite. É responsável, em parte, de outorgar à cartilagem as características de resistência e a habilidade para suportar os esforços mecânicos de compressão.

O seu papel em relação com a pele mantém-se ligada para permitir a ótima hidratação da mesma, o que por sua vez lhe dá a elasticidade necessária. A sua presença pode diminuir os sintomas do envelhecimento refletidos no aspeto da pele.

A combinação dos suplementos de Colagénio e Ácido Hialurónico é uma das melhores maneiras de travar os sintomas do envelhecimento (efeito “antiaging”) e manter a pelo com um aspeto jovem (flexibilidade e firmeza) e contribuir para reduzir a dor articular, ao permitir diminuir a inflamação ao redor da mesma e favorecer para a regeneração do tecido da cartilagem. Assim, o ácido hialurónico permite a correta síntese de colagénio.

Colagénio e Glucosamina

A Glucosamina produz-se naturalmente na cartilagem articular e nos tecidos conjuntivos, onde apoia o correto funcionamento das articulações. O processo de envelhecimento natural e o trauma podem deteriorar os tecidos das articulações, o que restringe a capacidade do corpo para repor as reservas de glucosamina. Por esta razão, algumas pessoas podem beneficiar-se do aporte externo mediante a suplementação. Entre este grupo de pessoas encontram-se aquelas com patologias relacionadas com a dor articular, ou promovida pelo agravamento dos tecidos conforme avançam os anos, ou por padecer osteoartrite ou porque se encontram na fase de recuperação de uma intervenção cirúrgica. A toma de Glucosamina junto com o Colagénio, pode promover a redução do colagénio total que se degradou do último e assim aliviar os sintomas da osteoartrite (Estudo I e II).

Colagénio e Magnésio

Tomar colagénio com magnésio é uma excelente forma de aportar ao organismo duas substâncias envolvidas ativamente no correto funcionamento do tecido conjuntivo. São fundamentais para o bom funcionamento de músculos e tendões mesmo de outros tecidos mais duros como as cartilagens e os ossos. Graças a tomar magnésio e colagénio, o nosso corpo tem maior capacidade de regenerar estes tecidos.

Tomar o mineral magnésio como suplemento em forma de cápsulas, comprimidos ou em pó promove a síntese de proteínas. Dado que o colagénio é a proteína com maior presença no corpo, a toma conjunta destas substâncias vai aumentar a síntese de colagénio.

O cometido dos suplementos de colagénio com magnésio é acelerar a regeneração dos tecidos como a pele, ossos, tendões e músculos. Além das propriedades do colagénio para promover a saúde do tecido conjuntivo, juntam-se as propriedades do magnésio. O magnésio é muito importante para a vida humana. Intervém na regularização do ritmo cardíaco, reduz a fadiga e o cansaço, evita o aparecimento de cãibras musculares.

O que é o Colagénio Hidrolizado?

O Colagénio Hidrolizado é uma forma de colagénio que foi submetida a um processo de hidrólise, isto é, a sua estrutura molecular foi alterada obtendo unidades mais pequenas. Quebrou-se a maioria das ligações que une os distintos aminoácidos, de modo que obtemos péptidos. Esta será finalmente a forma na qual se produz a absorção a nível intestinal da proteína. Podemos afirmar neste caso, que uma proteína hidrolisada está praticamente digerida, facilitando a tarefa de absorção e produzindo um transito muito rápido através do estômago.

Ainda assim, continua a manter o alto conteúdo nos aminoácidos glicina, lisina e prolina, que se encontram em menores proporções noutras fontes proteicas. Estes estão relacionados com a estimulação do crescimento celular dos tecidos conjuntivos em contraposição à tendência de diminuir a produção natural das estruturas com o passar do tempo e a idade.

Benefícios do Colagénio Hidrolizado

O colagénio hidrolizado, devido à sua particular estrutura, vai absorver-se numa quantidade de tempo realmente rápida, em menos de 30 minutos já estará à disposição dos distintos aminoácidos. O perfil de aminoácidos (aminograma) que aporte o colagénio hidrolizado favorece com o fim de produzir benefícios sobre a saúde dos tecidos.

Um dos pontos mais importantes refere-se à função de proteger e reparar as articulações. De facto, colabora para substituir o líquido sinovial entre os espaços articulares, de modo que contribui para proteger a tarefa da cartilagem, que se comporta como um amortecedor, reduzindo o dano por impacto articular, assim como a fricção entre as terminações dos diferentes ossos.

O colagénio hidrolizado provém de aminoácidos que se implicam no crescimento muscular. Em termos de manutenção da massa muscular, o aporte desta quantidade de aminoácidos, assim como a fácil absorção dos mesmos, ajudam a manter o balanço de nitrogénio positivo. Tal como se viu no caso da gelatina, elementos como a glicina permitem mostrar os seus benefícios, como podem ser: incrementar a energia, ajudar a melhorar a digestõa, dar suporte estrutural para os tecidos, contribuir para eliminar as toxinas, ou regular certas funções celulares.

Tal como o nosso corpo está formado por mais de um terço de estruturas de colagénio, será uma tarefa muito frutífera para neutralizar os estragos da passagem do tempo e elevar o estado de saúde de numerosas partes de nosso corpo: pele, cabelo, unhas, músculos, cartilagens, tendões, ligamentos...

Quais são as diferenças entre o Colagénio Hidrolizado e a Gelatina?

Apesar de que ambas substâncias compartem praticamente a mesma composição em termos de aminoácidos, assim como a maioria dos benefícios, existem certas diferenças:

  • A gelatina só se dissolve em água quente
  • A gelatina forma um gel viscoso quando se mistura com água
  • A gelatina é mais fácil de digerir

E em quanto aos benefícios que ambas comparte podemos citar:

  • Saúde da pele
  • Crescimento e manutenção da massa muscular
  • Fortalecimento dos tecidos conjuntivos: tendões, ligamentos, cartilagem...
  • Ajuda na dor articular
  • Saúde do sistema ósseo

Suplementos de Colagénio

Os suplementos com colagénio experimentaram um auge nos últimos tempos, graças às propriedades e benefícios que temos indo descrevendo. Assim, a implicação das pessoas por cuidado da sua saúde é um facto contrastado e tem a prioridade que isso merece. No mercado existem suplementos de colagénio com diferentes fórmulas e em distintos formatos.

Os suplementos de colagénio são uma eficaz ferramenta para obter esta estrutura proteica sem necessidade de ter que ingerir as fontes que o incluem, a partir de partes de animais, que para a maioria das pessoas não são de total apetência.

A recomendação, tendo analisado a composição e os fatores mais propícios para otimizar a produção e absorção do colagénio, passa por adquirir aquelas composições nas quais figurem na lista de ingredientes pelo menos:

  • Colagénio hidrolizado de origem marinho
  • Magnésio num sal de alta biodisponibilidade
  • Vitamina C
  • Ácido hialurónico

Outras substâncias que também podem proporcionar maiores benefícios são a Vitamina D3, o Silício orgânico ou o Cálcio.

Como produtos em distintos formatos podemos encontrar:

Colagénio em pó

Colagénio marinho hidrolizado com Magnésio

Colagénio em comprimidos

Colagénio + Silício orgânico & Magnésio

Colagénio líquido

Colagénio Líquido

Colagénio Especial Mulher

Colagénio Especial Mulher

Dose efetiva de Colagénio

A dose de colagénio em pó efetiva aproxima-se às 10g diárias para contribuir nos benefícios para a saúde da pele e proteção articular, podendo-se tomar com as refeições ou sem elas.

Em quanto à dose procedente do tipo de colagénio não desnaturalizado situa-se à volta de 40mg por dia, como tratamento na dor articular e problemas como a osteoartrite.

Para quem se aconselha tomar colagénio?

Os suplementos de colagénio recomendam-se tomar quando passamos o intervalo de idade compreendida sobre os 25-30 anos, ponto no qual se estima que a produção de colagénio começa a reduzir-se sobre um 1-1,5% cada ano. Calcula-se que a partir dos 60, mais da metade das reservas de colagénio se vaziam (o índice de produção em contraposição à de síntese é negativo). Outro argumento, para a manutenção da saúde da pele, é a acumulação de exposição solar, assim como aos ambientes tóxicos, produzindo um auge na geração de radicais livres. Neste aspeto, cobra uma grande relevância para proporcionar as características da pele, como são a firmeza, elasticidade e suavidade, e que estas não sejam atacadas pela ação destes agentes, acelerando o envelhecimento prematuro.

Os desportistas e atletas possuem motivos para incluir o colagénio na sua dieta. Eles sofrem um alto desgaste a nível articular como consequência dos contínuos impactos e movimentos, que também produzem roturas fibrilares. De tal modo, pensando na prevenção e proteção articular, assim como na redução da fase de recuperação entre sessões, o uso do colagénio é um fator positivo.

O público composto pelas pessoas de idade avançada e sobretudo as que sofrem doenças relacionadas com os ossos, como poderão ser os casos de osteoartrite, artrite e favorecer a manutenção da densidade mineral óssea, o que se traduz em fortalecer os ossos e supor um menor risco de fraturas. Em qualquer caso, reduzir a dor e a inflamação são os objetivos.

Venda de colagénio

Onde posso comprar Colagénio online? A venda de colagénio tem-se disparado nos últimos anos devido a que a população é cada vez mais consciente dlo importante que é aportar esta proteína de forma diária para promover a saúde da pele, dos ossos ou das articulações.

No entanto, naa hora de comprar colagénio online devemos procurar sempre a máxima qualidade e que a fonte de colagénio seja assimilável por parte do organismo.

Se desejas comprar colagénio online, no nosso site HSNstore.com podes fazê-lo facilmente. Dispomos de um amplo catálogo de produtos de máxima qualidade à venda (colagénio em cápsulas, colagénio em comprimidos, colagénio hidrolizado...). Só tens de escolher o produto que melhor se adapte às tuas necessidades. Não te esqueças de visitar a parte de Promoções onde poderás encontrar Super descontos e Packs Poupança.


Tipos de colagénio

Existem mais de 20 tipos de colagénio que foram estudados e que se encontram no nosso organismo. Cada tipo é codificado por um gene específico e é nomeado utilizando a numeração romana. Apesar do grande número, pela sua extensão, são só 5 os tipos mais importantes e, dentro deles, como suplemento, realmente só vamos utilizar alguns, como o tipo II que está relacionado com a saúde da cartilagem.

  
      A Carregar...