Curcumina

Também conhecida como "A especiaria da vida". Da família do gengibre, é uma planta encontrada principalmente nos países asiáticos (China, Índia, Indonésia e algumas zonas tropicais). É na culinária que tem a sua principal função ... Mas o que a torna realmente interessante são as suas propriedades medicinais, que fizeram que a utilizem durante séculos para tratar de várias doenças.

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A curcumina previne a inflamação a nível celular e, por conseguinte, pode evitar muitas doenças crónicas.

A curcumina é não só o componente do caril, o que lhe dá a cor amarela, porque esta planta também contém um ingrediente ativo muito potente que protege todas as células do corpo.

Os benefícios da curcumina são tão variadas que têm efeito positivo praticamente em todos os órgãos do corpo. Entre outras coisas, a curcumina tem propriedades, antibacterianas, anti-inflamatórias, anti-oxidantes, anti-fúngicos e anti-virais.

A curcumina fornece uma forte proteção cardiovascular e pode agir para combater outras doenças como o cancro e doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. A curcurmina também parece promissor como potencial tratamento da esclerose múltipla, protege contra as cataratas e repara alguns danos associados com os elevados níveis de glicemia no sangue, típicos da diabetes.

A curcumina também pode ser utilizada para tratar doenças da pele tais como a psoríase ou as feridas. Foi mesmo demonstrado que resulta ser promissor na luta contra a doença genética mais comum entre os europeus, a fibrose quística.

Qual é a diferença entre a cúrcuma e curcumina?

Devemos diferenciar entre a raiz da cúrcuma e o seu componente mais benéfico, que é a curcumina.

A cúrcuma é uma planta bem conhecida na Índia. A raiz é colhida, limpa, seca e transforma-se em pó como especiaria (a cúrcuma dá ao caril a sua bela cor dourada) e também é usado na medicina. Tradicionalmente a cúrcuma tem sido usado contra qualquer doença conhecida, desde a varíola até entorses de tornozelo.

  • A chave para os seus benefícios para a saúde encontra-se num dos seus componentes, conhecidos como a curcumina, que se encontra na raiz da cúrcuma e tem uma cor amarela brilhante. A cúrcuma, igual que as laranjas, é uma importante fonte de vitamina C.

Mas não é suficiente usar pó de cúrcuma apenas como medicina (da mesma forma em que não só comerias laranjas quando estás constipado). A curcumina obtida da raiz da cúrcuma pode ser utilizada como cura natural para prevenir o cancro, o Alzheimer, a artrite e muitas outras doenças crónicas.

1. Curcumina - A protecção eficaz contra o cancro

Os cientistas em geral fazem todo o possível para evitar o exagero para descrever os seus objetos de estudo, mas as propriedades surpreendentes da curcumina, permitem que os cientistas mais cautelosos lancem aos quatro ventos a tal ponto que uma equipa que investigou as suas propriedades chegou a declarar "a curcumina parece cumprir todas as características desejáveis para um medicamento polivalente desenvolvido no laboratório."

Alguns investigadores têm-se centrado sobre os seus prometedores benefícios anti-cancro. "A curcumina revela-se como um dos agentes quimio-preventivos mais eficazes contra o cancro," declararam os investigadores da Índia o ano passado. "Os seus efeitos biológicos vão desde o efeito antinflamatório e antioxidante para a inibição da angiogénese, até às suas actividades antitumorais específicos.

Ainda que os medicamentos contra o cancro tendem a enfraquecer o sistema imunitário, isto não acontece com a curcumina, que atua como o "restaurador do sistema imunitário". Por esta razão, não é de estranhar que um dos aspectos mais intensamente estudados em relação às curcumina para se concentrar os seus benefícios na prevenção e tratamento do cancro.

Em "Cartas do cancro" investigadores americanos observaram recentemente: "os estudos clínicos numa variedade de cancro das células, incluindo cancro da mama, colo do útero, do cólon, do estômago, do fígado, leucemia, células cancerosas da cavidade oral, do pâncreas, ovário e próstata, têm mostrado consistentemente que a curcumina, em estudos clínicos com animais, têm mostrado os seus efeitos para combater o cancro.

Outros investigadores têm dito o seguinte: "o desenvolvimento do cancro consiste em três fases intimamente relacionados Iniciação, desenvolvimento e progresso." A curcumina demonstrou ter efeitos antinflamatórios, antioxidantes e antitumurais contra o cancro úteis nas três fases."

A curcumina e os seus mecanismos específicos na luta contra o cancro

Em meados de 2007 os cientistas da Universidade de Alabama em Birmingham, publicaram um relatório na revista "Cancer Research", em que é revelado que a curcumina é um, entre outros medicacamentos, dos que funciona de forma eficaz contra o cancro.

Os investigadores expuseram em laboratório as células de cancro da próstata laboratório de cancro da próstata, em diferentes concentrações de curcumina. O resultado foi o segue:

  • A curcumina reduz a produção de uma proteína chamada MDM2, que está associada com a formação do tumor maligno.
  • Ao mesmo tempo a curcumina influencia as células para a produção de novas proteínas para lutar contra a morte celular programada (a apoptose). A defeituosa relação de NF-kB, um disparador da inflamação, pode estar envolvida na geração de MDM2 e tem sido proposto como um novo desafio para o tratamento do cancro em seres humanos.Para testar os efeitos da curcumina, num modelo vivo, os investigadores implantaram células de cancro de próstata em ratos, que posteriormente desenvolveram tumores.
  • Para o estudo, durante quatro semanas e cinco dias passado uma semana os ratos receberam a curcumina ou um placebo.
  • Os ratos aos que se administrou curcumina foram divididos, por sua vez, em três grupos.
  • Um grupo recebeu apenas a curcumina, o segundo grupo recebeu também gemcitabina, um medicamento próprio da quimioterapia.
  • O último grupo recebeu a curcumina mais um tratamento de radiação.
  • A conclusão dos investigadores foi que a curcumina inibiu o crescimento dos enxertos de cancro da próstata e melhorou os efeitos anticancerígenos da gemcitabina e radioterapia. Os tumores reduziram o aumento do MDM2".

Esta supressão ou "diminuição" de MDM2 foi designado como um mecanismo recém-descoberto pelo o qual a curcumina exerce a sua actividade anti-cancro.


A regulação á baixa do MDM2 através de curcumina "podería ser decisiva para o seu efeito quimiopreventivo e quimioterapêutico," concluíram os investigadores.

Neste contexto, vale a pena constatar que os estudos epidemiológicos mostram que o número de casos de cancro da próstata entre os homens na Índia é um dos mais baixos do mundo.

  • Um estudo recente estima que a taxa anual de cancro de próstata na Índia é entre 5,0% e 9,1% ao ano.
  • Em contrapartida, o cancro da próstata entre os homens brancos dos EUA é 110,4% superior ao ano em comparação aos homens da Índia. E a percentagem entre afroamericanos é ainda maior.

Pode não ser casualidade nestes resultandos que o consumo constante da cúrcuma, o através do caril, entre homens da Índia é um dos mais altos do mundo. A população indígena consome uma média de 2-2, 5 g/dia de cúrcuma, o que lhes fornece entre 60-200 mg de curcumina diariamente.

A curcumina e o cancro de pâncreas

A curcumina também demonstrou que pode melhorar a eficácia do fármaco da gemcitabina na quimioterapia do tratamento do cancro de pâncreas. Embora a gemcitabina é, de longe, o melhor tratamento para este tipo de cancro agressivo, muitas vezes perde a sua eficácia, uma vez que as células cancerígenas são resistentes a este medicamento.

Recentemente, os investigadores do Cancer Center da Universidade do Texas, M.D. Anderson Cancer Center, têm mostrado que a curcumina aplicada em células de cultivo do cancro do pâncreas, e em modelos animais, combatem esta resistência ante o fármaco da gemcitabina.

"Em geral, os nossos resultados mostram que a curcumina aumenta o efeito da gemcitabina na luta contra o cancro de pâncreas por inibir a proliferação dametástase" concluíram os investigadores.

Curcumina no cancro de colón e mama

O efeito da curcumina contra o cancro colorectal tem atraído muita atenção, especialmente uma vez que a biodisponibilidade da curcumina, neste caso representava um problema menor, uma vez que o intestino pode absorver a curcumina e trasportar-la através do aparelho digestivo. A sua excelente tolerância e segurança foi confirmada em cinco estudos clínicos de cancro de Fase I de cancro colo-rectal e as provas relativas à Fase II registadas em pacientes que sofrem desta doença.

Vários investigadores britânicos demonstraram recentemente que a curcumina evita a propagação de diversos tipos de cancro colo-rectal e aumenta a eficácia dos medicamentos que se aplicam na quimioterapia, tais como o oxaliplatina.

Devemos também destacar o potencial papel da curcumina na luta contra o cancro da mama

  • Os investigadores italianos informaram recentemente que a curcumina atua de forma eficaz contra um tipo comum de células de cancro da mama e uma linha celular mutante que é resistente aos medicamentos de quimioterapia convencionais.
  • "Por meio da análise dos efeitos sobre a proliferação celular, o ciclo celular e morte celular, verificou-se que a actividade antitumoral da curcumina aumenta o poder dos medicamentos aplicados contra o cancro da mama," de acordo com o que afirmaram os investigadores.

Esta eficiência é igualmente aplicável a um tipo de células da leucemia, que é resistente a múltiplos medicamentos.

A investigação dos científicos italianos mostram que a curcumina é capaz de adaptar as suas propriedades contra o cancro, conforme necessário. "A curcumina e os seus derivados modificam os seus efeitos de acordo com diferentes padrões e genes existentes, modificando o poder dos fármacos para torná-los mais eficazes, como sucede no cancro da mama"

"As estruturas e propriedades da curcumina podem forjar claramente a base para o desenvolvimento de medicamentos contra o cancro".

2. Curcumina - A protecção eficaz para o sistema nervoso

Os investigadores descobriram inúmeros benefícios da curcumina numa longa lista de danos neurológicos.

"A curcumina tem pelo menos 10 efeitos neuroprotetores conhecidos e muitos deles podem ser vistos em indivíduos vivos", tal e como declararam recentemente cientistas norteamericanos em "Advances in Experimental Medicine and Biology". Ao que acrescentaram: "O suplemento dietético da curcumina é ideal para a prevenção ou tratamento de graves doenças neurodegenerativas, relacionadas com a idade, tais como Alzheimer, Parkinson e os derrames cerebrais."

Estes cientistas não estão sozinhos na sua avaliação do potencial da curcumina para proteger contra essas doenças tão temidas como a doença de Alzheimer. Numerosos investigadores examinaram os efeitos protetores da curcumina sobre o cérebro.

  • Por exemplo, os cientistas chineses informaram no início de 2007 que a curcumina protege o cérebro em animais de laboratório contra um tipo de lesão que muitas vezes segue um acidente vascular cerebral.
  • Sabe-se que a lesão por isquemia/reperfusão do tecido cerebral é o resultado de deficiências na barreira sangue-cérebro, associados a danos cerebrovasculares.
  • Uma única injecção de curcumina reduz drasticamente a lesão de isquemia/lesão de reperfusão, lesão neurológica e morte em animais com acidente vascular cerebral induzida experimentalmente.

Além disso, os cientistas também informaram que a curcumina protege o tecido cerebral contra o stress oxidativo, aumentando a produção da enzima oxigenase-1 (HO-1). "No sistema nervoso central", escreveram os pesquisadores, "O HO-1 atua como uma salvaguarda vital para os neurónios, protegendo-os contra o stress oxidativo."

As lesões cerebrais traumáticas também causam stress oxidativo, que muitas vezes afetam a percepção e a "plasticidade sináptica", que desempenha um papel vital numa aprendizagem saudável e na memória. Através dos ensaios experimentais em animais os pesquisadores norteamericanos demonstraram que: "Tomar um suplemento dietético de curcumina reduz em grande medida o dano oxidativo e age contra a deterioração cognitiva causada por uma lesão cerebral traumática."

A curcumina previne a demência e o deterioro cognitivo

Mesmo sem ferimentos ou danos, a perda da função cognitiva é uma característica do envelhecimento. A perda de memória geralmente começa aos 50 anos, espera-se que quase metade das pessoas com mais de 80 tenham algum tipo de demência.

Incerto se a curcumina poderia proteger o cérebro do envelhecimento do declínio cognitivo, os cientistas asiáticos realizaram um estudo epidemiológico sobre o consumo de caril e a função cognitiva em idosos.

  • Descobriram que os homens e mulheres que consumiram caril (que contém açafrão) "às vezes", "frequentemente" ou "muito frequentemente" tiveram resultados significativamente melhores em testes de avaliação do seu estado mental, em comparação com aqueles que não o fazem eles que não tomaram caril "nunca ou quase nunca".

Os investigadores descrevem estes resultados como uma "evidência promissora de desempenho cognitivo por comer caril em asiáticos não dementes."

A curcumina protege contra a doença de Alzheimer

A curcumina pode proteger contra a doença de Alzheimer, a causa mais comum de demência.

A doença de Alzheimer é caracterizada pela acumulação irregular da proteína beta-amilóide. Geralmente as células imunitárias, que são conhecidos como macrófagos identificam estas proteínas danificadas e destroem-nas. Mas por razões desconhecidas, os macrófagos não podem executar esta importante função no cao da doença de Alzheimer.

Através de um estudo experimental em animales para a doença de Alzheimer, os cientistas têm mostrado que a curcumina pode melhorar a remoção de amilóide beta, reduzindo as fibrilas, que também estão ligadas à doença de Alzheimer. A capacidade da curcumina para superar a barreira hematoencefálica e unir-se directamente às placas podería ser importante para a sua actividade anti-amilóide.

Os investigadores de Los Angeles testou os efeitos anti-amilóides em pacientes que sofrem de doença de Alzheimer. A destruição dos beta-amilóide por macrófagos aumentou significativamente em metade destes pacientes a quem foi dada a curcumina. Os investigadores concluíram que esta alteração do sistema imunitário por curcumina "poderia ser devido à supressão da beta-amilóide acumulada no cérebro em doentes de Alzheimer."

Estes dados sugerem que a curcumina pode proteger o cérebro antes do desenvolvimento da doença de Alzheimer e possivelmente pode ajudar o seu tratamento uma vez que a doença tenha desenvolvido.

3. A curcumina como um antioxidante poderoso

O extrato de curcumina é uma das especiarias domésticas mais comum, mas é muito mais do que isso. Nos últimos anos, ele tem atraído cada vez mais a atenção dos expertos médicos, devido às suas propriedades antioxidantes e antinflamatórias.

Quando o corpo reage a uma lesão uma série de mudanças ocorrem devido aos radicais livres. Estes radicais livres, ou "oxidantes" protegem o corpo contra as invasões dos agentes externos, como no caso de infecções. Ao destruir as bactérias invasoras oxidantes também podem ser danificados as nossas próprias células. Estes oxidantes incluem superóxido, peróxido de hidrogénio, radicais hidroxilo e peróxidos de lípidos.

Ao longo do tempo os nossos corpos começam a degenerar porque as nossas células estão constantemente afetados por esses radicais livres. As doenças tais como inflamação crónica ou doença cardíaca, envelhecimento acelerado e crescimento de células prejudiciais, cujo resultado pode conduzir ao cancro.

O corpo tem defesas para proteger-se contra os danos causados por radicais livres. Mas em algum momento o envelhecimento e as doenças esgotam a capacidade natural do corpo para manter os oxidantes sob controle.

Os estudos demonstram que a curcumina pode inibir este processo ou, eventualmente, pode até revertê-la ao destruir ou neutralizar os radicais livres impedindo-os da reação em cadeia oxidativa.

Em pesquisas realizada em 1995 mostrou-se que uma dieta que inclui-a curcumina pode reduzir o stress oxidativo. Os cientistas indianos descobriram que a curcumina inibe a peroxidação lipídica, superóxido e radicais hidroxila.

Existem estudos mais recentes sobre o assunto. No primeiro destes os investigadores descobriram que as células endoteliais da aorta de bovinos, tinha um "maior resistência a células que causam dano oxidativo" quando exposto a curcumina por períodos prolongados.

Num outro estudo, os médicos descobriram que a curcumina suprime o stress oxidativo induzido pelo tricloroetileno no fígado do rato. Os investigadores concluíram que os benefícios da curcumina estão baseadas na sua capacidade de bloquear um aumento no número de peroxissoma em células, uma substância que influencia na utilização do oxigénio as células.

4. Curcumina e colesterol

A oxidação de LDL, o colesterol "mau", desempenha um papel importante no desenvolvimento da aterosclerose. Com base nesse conhecimento, os investigadores médicos têm investigado os efeitos da curcumina sobre os níveis de oxidação de LDL e de lípidos mo plasma.

Num estudo sobre a alimentação realizado por médicos em Espanha foram submetidos a 18 cobaias uma dieta rica em colesterol. As cobaias foram divididas em três grupos. O primeiro grupo recebeu 1,6 mg de curcumina por quilograma de peso corporal, o segundo grupo recebeu 3,2 mg e o terceiro grupo foi deixado como grupo de controlo.

Depois de sete semanas, os investigadores descobriram que o grupo que recebeu a maior dose de curcumina reduziu a susceptibilidade à oxidação do LDL e à peroxidação lipídica e que teve um menor nível de colesterol.

5. A curcumina e a sua importância nas doenças oculares

A cúrcuma é muito mais do que uma especiaria de cozinha normal. A curcumina, a substância que dá a cor amarela, é incluída no tratamento de certas doenças e distúrbios dos olhos. Uma de elas é a uveíte anterior crónica, uma doença inflamatória da camada vascular do olho, particularmente na área ao redor da íris.

Num pequeno estudo de curcumina realizado em 32 pacientes que sofíam uveíte crónica anterior foram administradas curcumina por via oral e os sujeitos foram divididos em dois grupos

  • O primeiro grupo recebeu apenas a curcumina, enquanto que o segundo grupo recebeu uma combinação de curcumina e um tratamento de tuberculose.
  • Surpreendentemente os pacientes foram tratados exclusivamente com curcumina experimentaram uma melhoria de 86% maior em relação àqueles que receberam a terapia combinada.

Os investigadores concluíram que a curcumina é tão eficaz quanto como o tratamento com corticosteróides, o tratamento padrão hoje em dia para a uveíte anterior crónica, acrescentando que "a falta de efeitos secundários da curcumina é a sua maior vantagem em comparação com os corticosteróides."

Uma pesquisa similar conduzida em ratos e cobaias mostraram que a curcumina, mesmo em quantidades muito baixas, tiveram bons resultados sobre esta doença. No mesmo estudo descobriu-se pela primeira vez que este tipo de catarata está relacionado com a morte celular prevista (apoptose) de células epiteliais e a curcumina pode reduzir estes efeitos.

Nm dos primeiros estudos sobre a curcumina, em relação com o tratamento de cataratas os investigadores alimentaram a dois grupos de ratos durante 14 dias com uma dieta que continha óleo de milho ou uma combinação de curcumina e óleo de milho. Em seguida analisou-se a presença de peroxidação lipídica. Os investigadores descobriram que "os ratos tratados com curcumina apresentaram uma melhor resistência à doença do que o grupo controle que não tinha recebido a curcumina."

6. Curcumina acelera a cicatrização das feridas

A cicatrização pode-se acelerar com a curcumina.

Numa experiência, onde se compararam dois grupos de ratos e cobais, não tratados e tratados com curcumina demonstrou-se uma "acelerada cicatrização das feridas" nos animais que tinham recebido a curcumina. Depois das biópsias das feridas mostraram um novo desenvolvimento das células da epiderme, o aumento da migração de outras células, miofibroblastos, macrófagos e fibroblastos da ferida e um novo e desenvolvido crescimento dos vasos sanguíneos.

Na sequência deste estudo, os invetsigadores obtiveram resultados semelhantes em roedores diabéticos que tiveram audiência limitada e foram tratados com curcumina. Os investigadores observaram o aumento da formação de vasos sanguíneos, melhorando as células da feridas e aumento da quantidade de colagénio, fibra, osso e cartilagem no tecido conjuntivo.

Segurança e dose da curcumina

A cúrcuma é um alimento consumido à milhares de anos sem quaisquer efeitos secundários, por isso é o suplemento dietético perfeito.

Na verdade, "a curcumina tem um excelente perfil de segurança e uma grande variedade de efeitos multi-funcionais" declararam recentemente investigadores dos Estados Unidos. Nos ensaios clínicos da Fase I, onde se administram grandes doses de curcumina (durante mais de quatro meses e 8 g/dia) a pessoas voluntárias " não foi detectado qualquer toxicidade."

Claro que todo mundo não gosta de caril, especialmente se o tem de comer diariamente. Mas todos podem tomar a curcumina como suplemento dietético todos os dias. A maioria dos produtos oferecidos contém de 300-500 mg de curcumina por cápsula.

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