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Luteína

Índice de conteúdos

    1. O que é a Luteína?
    2. Propriedades e benefícios da luteína
    3. Fontes de luteína: O organismo pode produzir-la?
    4. Doses: Que quantidade diária necessitamos?
    5. Quais são as diferenças entre a luteína livre e em ésteres?
    6. Como é que a luteína protege a saúde ocular?
    7. O que é a degeneração macular relacionada com a idade (AMD)?
      1. 1. A degeneração macular “seca” ou atrófica, relacionada com a idade
      2. 2. A degeneração macular “húmida”, relacionada com a idade
    8. O que é a mácula?
    9. Que propriedades tem a luteína para proteger os olhos da degeneração macular?
    10. Que pessoas têm o risco de sofrer a degeneração macular relacionada com a idade?
    11. Como podemos proteger os nossos olhos da degeneração macular relacionada com a idade?
    12. Que propriedades tem a luteína frente a outras doenças oculares relacionadas com a idade?
    13. A luteína e a pele
    14. Benefícios da luteína sobre a saúde do sistema cardiovascular
    15. Propriedades da luteína sobre a saúde das mulheres e dos bebés

A luteína é uma substância básica para manter a visão em bom estado. Diminui o risco de desenvolver a degeneração macular relacionada com a idade (AMD) ou a opacidade do cristalino (catarata) e favorece o estado da derme desde o interior, aumentando a sua hidratação e elasticidade.

O que é a Luteína?

Esta substância é um antioxidante natural, um pigmento amarelo pertencente à família dos carotenoides. Os carotenoides são substâncias que dão a cor às plantas e atuam como antioxidantes. Entre os alimentos que a contêm podemos destacar a gema do ovo, as frutas e as plantas ou legumes com folhas de pigmento verde escuro, como os espinafres e a couve.

É um antioxidante natural, que favorece o estado da visão e da derme, atrasando o seu deterioro e envelhecimento.

Propriedades e benefícios da luteína

A luteína favorece o estado dos olhos e da pele, os únicos órgãos do corpo que estão diretamente em contacto com o mundo exterior.

É um antioxidante que reduz e elimina os efeitos nocivos dos radicais livres. Os radicais livres produzem danos no organismo e são a causa de várias doenças crónicas.

Esta substância filtra as longitudes de onda ultravioletas da luz solar. Estas longitudes de onda são perigosas, já que causam danos sobre os órgãos, devido ao stress oxidativo. As investigações clínicas demonstraram que, junto com a zeaxantina, reduz a intensidade das longitudes de onda do espectro de luz, responsáveis do dano na retina, até num 90%. Portanto, ajuda a prevenir o dano oxidativo da retina e favorece o bom estado da vista.

Fontes de luteína: O organismo pode produzir-la?

Não. Embora seja uma substância essencial para o corpo humano, este não pode produzir-la por si só. O único modo de proporcionar ao organismo este nutriente, consiste em consumir os alimentos ou suplementos dietéticos específicos que o contenham.

Esta substância concentra-se nos olhos, no sangue, na derme, no colo uterino, no cérebro e nas mamas. Dentro do olho situa-se, sobretudo, na regióão macular da retina e, em quantidades mais pequenas, no resto da retina, a íris e a lente.

Doses: Que quantidade diária necessitamos?

Cada dia devemos tomar entre 6-10 mg. As investigações clínicas demonstraram que para a saúde ocular e da derme, é necessário tomar esta dose diária. Por isso, recomenda-se comer legumes, cujas plantas apresentam um pigmento verde escuro, ou tomar suplementos dietéticos desta substância. Ainda no caso das pessoas que seguem uma dieta equilibrada, resulta praticamente impossível ingerir diariamente um grande prato de espinafres que contenha os 6 a 10 mg recomendados.

A esta dificuldade temos de acrescentar que são muitas as pessoas que não tomam a quantidade diária necessária de frutas e verduras, pelo que resulta muito difícil realizar o aporte necessário através da alimentação.

Por esse motivo, para evitar a sua deficiência no organismo, o mais recomendado é tomar um suplemento dietético que nos garanta o bom estado da vista e da derme.

Quais são as diferenças entre a luteína livre e em ésteres?

A luteína livre é a que se encontra, de forma natural, nos legumes e plantas de folha verde e fornece-se ao organismo através dos alimentos que consumimos.

Em ésteres, é um extrato natural que se incorpora a certos alimentos.

Como é que a luteína protege a saúde ocular?

Os estudos demonstraram que esta substância reduz o risco de sofrer a degeneração macular relacionada com a idade (AMD). Um estudo realizado em 2016 em pacientes mais velhos que apresentavam degeneração macular AMD, demonstrou que tomar 10 mg por dia, melhorava a vista destas pessoas. Além disso, realizaram em 2016 novas investigações clínicas que apontam a que esta substância reduz o risco de sofrer cataratas.

O que é a degeneração macular relacionada com a idade (AMD)?

A degeneração macular é uma doença degenerativa e a principal causa da perda de visão nas pessoas com mais de 65 anos. Esta doença produz uma mácula lútea, também chamada mancha amarela, o ponto de visão mais agudo da retina.

Produz-se quando as células da retina degeneram a mácula, o que leva à perda da visão no campo central da retina. A visão periférica não é afetada.

1. A degeneração macular “seca” ou atrófica, relacionada com a idade

A degeneração macular seca produz-se em 90 porcento dos casos devido a pequenos pontos amarelos, chamados drusas, que aparecem atrás da mácula.

Estes pontos amarelos são causados por depósitos de produtos metabólicos residuais e a alteração da circulação da coroides. Num 5-10% pode derivar em cegueira. Nos restantes casos, produz a morte celular do epitélio pigmentário da retina e deriva numa grave perda da agudeza visual.

Se não se trata, pode derivar, num 15% dos casos, em degeneração macular “húmida”. Um estudo realizado em 2016 demonstrou que os suplementos dietéticos de luteína tinham um efeito positivo sobre a vista das pessoas que sofriam degeneração macular seca.

2. A degeneração macular “húmida”, relacionada com a idade

A degeneração macular "húmida" é o resultado de um mau estado metabólico dos vasos sanguíneos da retina, devido aos coroides subjacentes pode ocasionar um desprendimento da retina.

Esta patologia é mais rápida que a degeneração macular seca. Os sintomas típicos da degeneração macular “húmida” são a perceção distorcida das coisas, por exemplo, se os contornos de um objeto são retos, podem ver-se inclinados.

O que é a mácula?

A mácula lútea ou mancha amarela, é uma área pequena, de dois milímetros de largura, situada no centro da retina, na parte posterior do olho. A parte central da mácula chama-se fóvea, e é a responsável da visão central do olho.

Que propriedades tem a luteína para proteger os olhos da degeneração macular?

Esta substância ingere-se através da alimentação e absorve-se pela mácula do olho. Devido às suas propriedades, filtra as ondas nocivas de luz ultravioleta do sol e protege a mácula do dano dos radicais livres. Uma mácula saudável proporciona uma boa visão central. Quando se está exposto durante anos aos fatores agressivos da luz, a mácula acaba por deteriorar-se e produz-se a degeneração macular relacionada com a idade (AMD).

Além de consumir uma boa quantidade de frutas e legumes, recomenda-se, tomar um suplemento dietético desta substância para prevenir e reduzir o risco de sofrer degeneração macular AMD. São muitas as pessoas que não tomam a quantidade diária suficiente de frutas e legumes, pelo que os suplementos dietéticos são a forma mais segura de ingerir diariamente a quantidade necessária que o organismo necessita.

Que pessoas têm o risco de sofrer a degeneração macular relacionada com a idade?

Existem vários fatores que aumentam o risco de desenvolver degeneração macular. Estes fatores são, principalmente: a idade, a má alimentação, a excessiva exposição dos olhos à luz solar, o tabagismo, os genes, o género, a raça, a cor dos olhos, o consumo de álcool e as doenças do coração. Por exemplo, as pessoas de pele branca e as pessoas com os olhos azuis ou verdes têm um risco mais alto de padecer degeneração macular. Outros coletivos com risco de padecer a doença são os idosos, as mulheres e os fumadores.

Como podemos proteger os nossos olhos da degeneração macular relacionada com a idade?

Ainda que há fatores que não se podem mudar - por exemplo, a idade, o sexo e os genes – existem outros que sim podemos evitar, modificando determinados hábitos no nosso estilo de vida para prevenir o risco de sofrer a degeneração macular.

Estes são os conselhos:

  • Deixar de fumar.
  • Usar óculos de sol e chapéus com aba grande, para proteger a vista da luz solar direta e dos reflexos.
  • Consumir habitualmente uma grande quantidade de frutas e legumes cujas plantas tenham folha verde escura, já que contêm luteína.
  • Agregar à nossa dieta diária um suplemento de luteína.
  • Limitar o consumo de álcool e de gorduras saturadas e baixar o nível de colesterol.

Que propriedades tem a luteína frente a outras doenças oculares relacionadas com a idade?

Em um estudo clínico realizado em 2016, no qual participaram adultos de entre 43 e 84 anos, constatou-se que a ingestão de luteína e zeaxantina pode reduzir o aparecimento de cataratas.

As cataratas caracterizam-se pela opacidade do cristalino e com frequência estão associadas com o processo de envelhecimento. A luteína e a zeaxantina são os únicos carotenoides presentes na lente do olho.

  • Num estudo clínico realizado sobre 77 doenças, a pessoas de entre 45 e 71 anos, verificou-se que as que tomavam uma maior quantidade de luteína e zeaxantina tinham um risco 22 porcento menor de sofrer cataratas que aquelas que não tomavam estes nutrientes.
  • O estudo também demonstrou que um alto consumo de espinafres e couve (que contêm grande quantidade de luteína) pode reduzir o risco de sofrer cataratas.

Num estudo similar, realizado a 36 homens, com idades compreendidas entre 45 e 75 anos de idade, demonstrou-se que aqueles que tinham um maior consumo de carotenoides (alfa-caroteno, beta-caroteno, luteína, beta-criptoxantina, licopeno) e vitamina A, apresentavam um risco de 19 porcento menor de sofrer cataratas, com respeito aos que consumiam quantidades mais baixas.

Além de reduzir o risco de sofrer degeneração macular AMD e cataratas, os estudos clínicos realizados em 2016 demonstraram que esta substância favorece a saúde cardiovascular e melhora a aparência e o estado da derme.

A luteína e a pele

Os fatores ambientais produzem danos em todas as camadas da derme.

As longitudes de onda de luz ultravioleta (UVB) somente penetram nas camadas externas. No entanto, as longitudes de onda mais longas (UVA), penetram tanto nas camadas externas como nas camadas internas.

A luz visível pode penetrar em todas as camadas da derme e causar-lhes danos, fazendo-lhes perder a sua capacidade antioxidante natural para travar os efeitos nocivos dos radicais livres.

A derme, tal como sucede nos olhos, também contém luteína de forma natural. As investigações clínicas demonstraram que esta substância desempenha um papel básico na manutenção de uma derme sã.

  • Um estudo clínico realizado em 2016 demonstrou que tomar 10 mg de luteína por dia aumenta a hidratação e a elasticidade da derme e reduz a peroxidação de lípidos.
  • Os lípidos são elementos básicos para manter uma pele saudável. Os lípidos também atuam como uma barreira que atrasa a perda de humidade da derme.
  • No estudo clínico, realizado em 2016, demonstrou-se o beneficio que tem sobre a derme a aplicação de luteína por via tópica.
  • Este beneficio incrementa-se quando se combina com a ingestão oral de suplementos dietéticos desta substância.

Benefícios da luteína sobre a saúde do sistema cardiovascular

Os carotenoides protegem o coração. Os estudos epidemiológicos revelam que as pessoas que consomem frutas e legmes, cujas plantas têm folhas verdes, têm menos risco de sofrer doenças cardíacas ou acidentes vasculares verebrais.

As pessoas que seguem uma dieta mediterrânea apresentam uma taxa menor de mortes por doenças coronarias. Ao analisar os ingredientes desta dieta, descobriu-se que os carotenoides que a integram contêm grandes quantidades de luteína.

Os autores deste estudo sugeriram que a ingestão de luteína pode baixar a mortalidade derivada de doentes do coração. Ainda que todavia não se conhecem os mecanismos exatos sobre a sua relação com a saúde cardiovascular, os investigadores opinam que este efeito protetor se baseia nas suas propriedades antioxidantes.

  • Em primeiro lugar, demonstrou-se que tem benefícios sobre a espessura da artéria carótida que está associada ao risco de sofrer uma doença cardíaca ou um AVC.
  • Em segundo lugar, realizou-se um experimento clínico no que se incubaram as células endoteliais do músculo e das aortas com luteína e descobriu-se que, com isto, se reduzia a inflamação das artérias.
  • E, por último, os estudos clínicos realizados em ratos com lesões de aterosclerose, demonstraram que tomar suplementos de luteína reduz, de forma significativa, o tamanho das lesões no arco aórtico.

Além disso, também reduz o stress oxidativo e os níveis de VLDL + IDL (lipoproteína de muito baixa densidade de lipoproteínas de densidade intermédia +) no plasma sanguíneo, reduzindo o aparecimento e o progresso da aterosclerose.

Propriedades da luteína sobre a saúde das mulheres e dos bebés

Esta substância tem benefícios sobre o tecido mamário, o tecido uterino e os ovários. Atualmente estão-se a investigar outras propriedades sobre o corpo, entre as que se incluem os benefícios desta substância durante a gravidez e a amamentação.

Os estudos clínicos demonstraram que eleva os níveis do plasma sanguíneo durante a gravidez, ainda que não se conhecem as razões exatas disso.

Detetou-se, igualmente, que esta substância está contida no sangue do cordão umbilical posterior ao nascimento e no colostro (o primeiro leite materno dos mamíferos). Em base a isso, pensou-se que poderia ser um componente do leite materno.

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