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Valeriana

A planta da valeriana é famosa, desde há milhares de anos, pelas suas extraordinárias propriedades medicinais, que ajudam a acalmar a dor, a tratar os transtornos nervosos e a reduzir os espasmos e as convulsões. O nome de Valeriana procede da palavra do latim “Valere”, cujo significado é “estar são” e cuja origem deriva do Deus "Baldur", ao que a mitologia atribuía o poder de “ajudar”.

Em qualquer caso, segunda a tradição, esta planta tem uma multitude de benefícios para a saúde, já que pode curar muitas patologias.

Historicamente, foi usada pelas suas qualidades medicinais para tratar desde simples problemas oculares até às epidemias mais devastadoras, como a peste. Desde o ponto de vista esotérico, as folhas secas desta plantas foram usadas para atrair a boa sorte e afastar o mal.

Índice de conteúdos

    1. Tipos de valeriana
      1. Valeriana Céltica
      2. Valeriana dioica ou pequena valeriana
      3. Valeriana Jatamansi ou nardostachys jatamansi
    2. Propriedades da valeriana
    3. Estudos clínicos sobre a valeriana
    4. Efeitos secundários da valeriana
    5. Interações
    6. A importância de escolher um tipo de valeriana seguro e de qualidade
    7. Efeitos medicinais e terapêuticos
    8. Propriedades da valeriana para dormir
    9. Propriedades da valeriana como tranquilizante
    10. A valeriana cura o mal estar gastrointestinal
    11. Formatos disponíveis
      1. Em gotas
      2. Em comprimidos
      3. Em sais para o banho
      4. Em infusão combinada com outras plantas relaxantes
    12. Doses de Valeriana
    13. Que pessoas devem tomar Valeriana?
    14. Onde comprar suplementos de Valeriana

Tipos de valeriana

Há mais de 250 variedades distintas desta planta. Entre as mais conhecidas destacam, a Valeriana officinalis (a variedade mais conhecida) e a mais usada pelas suas qualidades medicinais e benefícios para a saúde.

Outros tipos são a Valeriana Celtica, a Valeriana dioica e a Valeriana jatamansi ou nnardostachys jatamansi.

Valeriana Céltica

O seu nome procede da forma da planta parecida a uma espiga de milho.

Esta planta alcança até 15 cm de altura, floresce de Junho a Agosto, a uma altitude de entre 1.800 a 3.300 m, como os Alpes e a sua característica principal é o seu intenso aroma. Utiliza-se, sobretudo, para elaborar sabonetes, cremes e produtos repelentes de traças.

Valeriana dioica ou pequena valeriana

Cultiva-se na Europa Central. Os seus efeitos são similares aos da valeriana medicinal ou Valeriana officinalis, ainda que menos intensos e de menor duração. Esta planta pode alcançar uma altura de até 35 cm, as flores são muito pequenas, e a época de floração produz-se desde finais da primavera até princípios de verão ( de Maio a Junho).

Valeriana Jatamansi ou nardostachys jatamansi

A valeriana jatamansi é uma planta que cresce nas alturas do Himalaia e nas regiões do Mediterrâneo e utiliza-se, principalmente, para a preparação de óleo, cremas e também como relaxante.

Propriedades da valeriana

Ajuda a tratar y aliviar:

  • O nervosismo
  • A insónia
  • Mal estar estomacal

As suas propriedades curativas procedem do óleo essencial que contêm as suas raízes, cujo ingrediente principal é o bornyl-acetate que interatua com os recetores de GABA das células nervosas conseguindo o efeito sedativo.

Por outro lado, graças aos valepotriatos que contém a planta, pode aliviar as cãibras nervosas.

Com carácter geral, a valeriana é um tranquilizante que proporciona serenidade e relaxamento muscular e tem efeitos anti-espasmódicos.

Devido a isso, está recomendada para aliviar as pessoas que sofrem de ansiedade, stress, irritabilidade e insónias.

No entanto, os efeitos medicinais desta planta não são imediatos senão que se experimentam a longo prazo. As pessoas podem demorar a sentir os seus benefícios vários dias o, até, quatro semanas.

Devido a isso, não é adequada para tratar as pessoas que sofrem sintomas agudos de transtornos nervosos

Estudos clínicos sobre a valeriana

Os ensaios clínicos realizados demonstraram que esta planta alivia e reduz os sintomas produzidos pelos transtornos do sono, a ansiedade e outros transtornos nervosos, cujo carácter seja de leve a moderado.

Estes ensaios clínicos constataram os benefícios para a saúde desta planta nas pessoas que padecem os seguintes sintomas:

  • Desmame de sedativos
  • Tonturas
  • Vómitos
  • Nervos no estômago
  • Problemas de coração
  • Tinido
  • Bexiga irritável
  • Stress
  • Pesadelos
  • Irritabilidade
  • Medos
  • Ansiedade contra problemas de trabalho ou exames
  • Falta de concentração

Efeitos secundários da valeriana

Ainda que seja uma planta medicinal totalmente natural, isto não significa que o seu consumo seja inofensivo em todos os casos, sobretudo porque para obter os efeitos desejados deve-se tomar durante um período de tempo prolongado.

Por isso, devemos ter em conta a dose e a forma de administração desta planta. Atualmente, os estudos clínicos confirmaram que a valeriana só é efetiva quando se toma a longo prazo, sendo o mais recomendável, segundo os especialistas, tomar este produto durante um período de quatro a seis semanas, sem prolongar-lo durante mais tempo.

É muito raro que ocasionem efeitos secundários, ainda que em ocasiões e algumas pessoas podem sentir-los:

  • Fadiga leve
  • Dor de cabeça
  • Erupções
  • Comichões
  • Tonturas
  • Desconforto gastrointestinal

Quando se toma em preparados que combinam outros ingredientes ativos, há que ter mais cuidado porque não se podem controlar os efeitos secundários.

No entanto, no caso das ervas que unicamente contêm valeriana é muito mais fácil controlar os efeitos secundários, pois para isso basta seguir corretamente as instruções de cada produto no que diz respeito à temperatura da água e tempo de cozedura (se se toma em infusão), para evitar qualquer tipo de risco. Os efeitos secundários costumam aparecer quando a preparação ou aplicação do produto se realiza de forma incorreta.

Interações

A planta de valeriana pode interatuar com alguns medicamentos e também pode desencadear efeitos secundários se se mistura com o consumo de drogas, álcool ou fármacos.

Por outro lado, não existem estudos exaustivos sobre os seus efeitos em crianças, mulheres grávidas e lactantes, pelo que se aconselha não tomar valeriana nestes casos, por motivos de segurança. Basicamente, não de deve consumir se se está a tomar outro tipo de medicamentos.

Neste caso, deve-se consultar antes com o médico para evitar interações não desejadas.

A importância de escolher um tipo de valeriana seguro e de qualidade

A valeriana de origem europeia não apresenta nenhum risco para a saúde.

No entanto, as plantas procedentes de México, Japão e da Índia têm uma elevada acumulação de valepotriatos cancerígenos, que pode alcançar até 8%, o que supõe um risco para a saúde.

Para evitar consumir um tipo de valeriana que contenha ingredientes tóxico, recomenda-se escolher sempre um produto de procedência europeia e comprar produtos que garantam a qualidade e segurança dos seus componentes.

Por outro lado, há que ter em conta que a valeriana é um pequeno cocktail de ingredientes ativos, entre os que se encontram:

  • Óleos essenciais
  • Mono terpenos e sesquiterpenos (fitoquímicos, como fragrâncias e aromas)
  • Ácidos de sesquiterpénica
  • Ácidos carboxílicos de fenol
  • Valepotriatos (ingredientes à base de ervas de plantas de valeriana)
  • Alcaloides
  • Aminoácidos

Os diferentes tipos desta planta variam em função da distinta composição dos seus ingredientes. O valerenol tem um efeito relaxante; o óleo essencial serve para aliviar as cãibras; e os alcaloides (Chatinin e Valerina) utilizam-se para mitigar a azia de estômago ou o mal estar estomacal.

A infusão comum tem os seguintes benefícios para a saúde:

  • Relaxa
  • Favorece o sono
  • É um relaxante muscular
  • Alivia a dor de estômago

Efeitos medicinais e terapêuticos

A raiz da planta da valeriana é utilizada desde há milhares de anos como sedativo pelos seus efeitos anti-espasmódicos e relaxantes.

Durante a Idade Media utilizou-se como remédio contra a peste e doenças similares. Atualmente os produtos de valeriana usam-se como remédio para combater a insónia, a tensão nervosa ou as doenças do aparelho gastrointestinal.

Além disso, também se usa com fins terapêuticos para aliviar os problemas do sistema nervoso central e do sistema músculo-esquelético. A valeriana alivia as cãibras, relaxa os músculos e também se provou a sua eficácia para tratar a asma, as cólicas intestinais, o reumatismo e alguns problemas neurológicos.

Está provado clinicamente que a valeriana ajuda a combater o nervosismo e a insónia. Em combinação com outros ingredientes ativos, também se pode utilizar para tratar estados de stress, ansiedade e problemas de concentração.

A valeriana demonstrou a sua eficácia para aliviar as flutuações hormonais nas mulheres e tem efeitos anti-convulsionantes, graças aos quais se usa para tratar e acalmar a dor menstrual e os desconfortos típicos da menopausa.

Outro dos benefícios medicinais da valeriana consiste no alivio da ansiedade, os temores e a tensão nervosa típica das pessoas que estão a deixar a nicotina, a cafeína o álcool.

Propriedades da valeriana para dormir

A valeriana usa-se habitualmente para combater a insónia.

Devido às suas propriedades calmantes e relaxantes, a valeriana induz, de forma natural, a um sono profundo e reparador. Neste caso, aconselha-se tomar valeriana como tratamento a longo prazo e ter paciência para alcançar os efeitos desejados, que podem produzir-se num prazo de entre duas a quatro semanas.

Além da valeriana, existem outro tipos de ervas que também ajudam a conciliar o sono, como são o lúpulo, a erva-cidreira, a erva de São João, a alfazema e a passiflora. Mas a valeriana é melhor, já que tem efeitos mais duradouros e produz um sono mais tranquilo e profundo.

No entanto, a valeriana não é adequada quando a dificuldade para conciliar o sono tem origem numa doença. Neste caso, é melhor consultar previamente com um médico.

Além disso, nunca se deve combinar a valeriana se se está a tomar outros medicamentos ou comprimidos para dormir, já que os fármacos anulam os efeitos da planta e em alguns casos podem produzir interações, que supõem um risco para a saúde.

Propriedades da valeriana como tranquilizante

A valeriana reduz os transtornos nervosos temporários, sempre que não sejam causados por uma doença subjacente. Portanto, recomenda-se para combater problemas nervosos pontuais, como o stress por motivos laborais ou de estudos; assim como situações nas que há que enfrentar novos desafios ou problemas inesperados.

Pelas suas propriedades anti-espasmódicas, tomar valeriana ajuda a superar os estados de stress, ansiedade, induz à calma e facilita a conciliação do sono.

Neste caso, também se recomenda ter um pouco de paciência, já que não atua de imediato senão que deve consumir-se durante várias semanas para obter os efeitos desejados. Desde uma perspetiva puramente científica, a valeriana consegue tranquilizar o sistema nervoso e é muito melhor que os fármacos, posto que não aturde nem reduz o rendimento.

Além disso, a valeriana também favorece a concentração e o rendimento intelectual.

Por tudo isso, a valeriana produz o equilíbrio e o relaxamento integral dos pés à cabeça: reduz a ansiedade e os nervos, ao mesmo tempo que estimula a atividade mental e favorece a recuperação depois do trabalho intenso ou das situações de stress.

No entanto, quando existe uma depressão crónica, a valeriana não é o mais adequado, senão que devemos consultar com o médico ou um especialista para receber o tratamento mais adequado.

A valeriana cura o mal estar gastrointestinal

A ingestão da valeriana ajuda a reduzir os desconfortos gastrointestinais. O ácido valerénico que contém a valeriana cura os problemas do aparelho gastrointestinal. A valeriana reduz os espasmos e as cãibras dolorosas.

O ingrediente Valepotriatos contido na valeriana contribui para reduzir os espasmos e as cãibras dolorosas.

A valeriana relaxa, sobretudo, os chamados músculos lisos, que se encontram no trato gasto-intestinal e no útero. Por isso, acalma os sintomas da menopausa, a dor menstrual e as cãibras e também se utiliza como remédio contra as cólicas, dores de estômago e bexiga, assim como as dores de cabeça, espasmos nervosos, inflamação e vómitos convulsos.

No entanto, não estão clinicamente provados os efeitos sobre as úlceras (pelo menos no campo da medicina humana).

Os ensaios clínicos realizados com a valeriana em animais com úlcera deram resultados positivos. Isto indica que os animais com stress desenvolvem uma úlcera de estômago, enquanto que nos casos dos seres humanos, a úlcera está causada por uma bactéria responsável da infeção e o stress simplesmente aumenta os sintomas.

Formatos disponíveis

Em gotas

A valeriana em gotas é a variedade mais conhecida desta planta medicinal. No entanto, há que ter muito cuidado na hora de contar com precisão as gotas correspondentes à dose recomendada, com o fim de evitar uma dose excessiva.

Por outro lado, as gotas de valeriana têm um sabor amargo que não é agradável para todos. Os efeitos das gotas são similares aos dos comprimidos: há que esperar uns dias ou semanas para comprovar os seus efeitos depois da ingestão. As gotas de valeriana também se usam para os animais, em especial, para os gatos.

Neste caso, não se usam para tranquilizar senão para estimular aos animais. A valeriana atua nos gatos como afrodisíaco, já que a sua fragrância lhes resulta irresistível. A aplicação da valeriana nos cavalos é similar à dos humanos e utiliza-se pelos seus efeitos relaxantes para reduzir os espasmos e as convulsões. Na atualidade, devido ao auge dos suplementos dietéticos, podemos encontrar a valeriana em outros formatos.

Em comprimidos

A valeriana em comprimidos é muito cómoda de tomar e muito fácil de dosear.

Os comprimidos de valeriana estão disponíveis em farmácias, ervanárias e através do comércio online. Dado que em muitas ocasiões juntam-se outros componentes à valeriana, ou se enriquecem com outro tipo de medicamentos, devemos comprovar sempre a composição do produto e a sua procedência, assim como seguir a dose recomendada e prestar atenção aos possíveis efeitos secundários.

No caso de que tenha algum problema ou efeito secundário, devemos consultar sempre com o médico. A maioria dos comprimidos devem ingerir-se em diferentes tomas, ao pequeno-almoço, ao almoço e jantar, sempre com abundante líquido. Segundo o prospeto de cada produto, tomaremos um ou dois comprimidos, dependendo da dose recomendada. Os comprimidos de valeriana nunca se devem combinar com álcool, drogas, fármacos, sedativos nem medicamentos para dormir.

Em sais para o banho

O sais de valeriana têm um efeito relaxante e alivia a tensão muscular. Alternativamente, podemos realizar uma infusão caseira diluindo 100g de raiz de valeriana em dois litros de água quente e deixamos repousar durante dez minutos. Seguidamente passamos a infusão por um passador ou rede e já podemos utilizar-la no banho.

Em infusão combinada com outras plantas relaxantes

Além do seu formato individual, também existe no mercado infusão de valeriana combinada com outras plantas relaxantes, como a erva de São João, lúpulo, limão, flor de laranjeira, alfazema, etc.

Doses de Valeriana

A valeriana está disponível em diferentes graus de intensidade, aos que corresponde um distinto nível de dosagem. Dado que existe no mercado uma multitude de formatos disponíveis de valeriana (comprimidos, gotas, infusões, etc.) resulta praticamente impossível recomendar uma doses standard, que se possa aplicar em todos os casos.

Além disso, há que ter em conta que, num 80 porcento dos casos, a valeriana combina-se com outras plantas relaxantes, o que anularia a recomendação de uma dose generalizada.

No entanto, podem dar-se unas recomendações aproximadas, tendo sempre em conta as instruções particulares do prospeto de cada produto, que devem prevalecer por cima destas indicações:

  • Por regra geral, nos extratos em seco, a dosagem costuma oscilar entre as 50 e as 600 miligramas ao dia.
  • No caso das infusões de valeriana, costuma recomendar-se uma infusão diária composta por uma colher de 150 mililitros de água, com tempo de cozedura que não deve passar nunca os 15 minutos.
  • Se se toma em comprimidos, há que ter em conta que cada comprimido costuma conter umas 300 miligramas de valeriana, pelo que não se devem tomar nunca mais de quatro comprimidos por dia.
  • Se se toma a valeriana em gotas, deve seguir-se meticulosamente a dose recomendada no prospeto e não deve exceder nunca as suas indicações.
  • Se se opta pelos sais de banho de valeriana, a dose recomendada é de umas 100 gramas de raiz de valeriana diluídos em água. Recomenda-se que a água não passe os 35 graus centígrados e que a duração do banho não exceda nunca os 20 minutos.
  • Se queremos tomar valeriana para aliviar a insónia, deve consumir-se pelo menos meia hora antes de ir dormir. Dependendo da dificuldade para conciliar o sono, a dose pode oscilar entre as 400 e as 900 miligramas.
  • Se se usa a valeriana para combater o nervosismo, a ansiedade ou o stress durante o dia, a dose recomendada é de umas 300 a 450 miligramas diárias.

Independentemente destas doses gerais, recomenda-se ler detalhadamente o prospeto de cada produto e seguir as indicações particulares com respeito à dose e administração mais adequada em cada caso particular.

Que pessoas devem tomar Valeriana?

  • Ideal para pessoas nervosas, que padecem stress ou ansiedade.
  • Recomendado para pessoas que têm dificuldade para conciliar o sono.
  • Pode ser útil em pessoas com hipertensão, que costumam sentir palpitações ou espasmos gastrointestinais.
  • Ideal para aliviar os sintomas da menopausa e da síndrome pré-menstrual.
  • Mulheres propensas a padecer dores e cãibras durante a menstruação.

Onde comprar suplementos de Valeriana

Na nossa loja online HSNstore podes comprar suplementos de Valeriana em distintos formatos (líquidos, comprimidos, cápsulas) para ajudar-te a conseguir um estado de ânimo calmado, reduzir os nervos, ajudar a conciliar o sono e a promover o relaxamento muscular.

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